Reju São Paulo

Reju São Paulo Rede Ecumênica da Juventude (REJU)

🚩✊🏻 Venha para nossa roda de conversa com lideranças jovens e Frei Betto.🫂 O diálogo intergeracional é ferramenta import...
05/06/2024

🚩✊🏻 Venha para nossa roda de conversa com lideranças jovens e Frei Betto.

🫂 O diálogo intergeracional é ferramenta importante para a luta e continuidade ecumênica da libertação

🗓️ Dia 05/06 às 19h00
🔗 No canal do Coletivo Memória e Utopia:
https://www.youtube.com/watch?v=eiK-0lxNZsg

‼️ Não perca!

Pra onde vão as borboletas quando chove? Um amigo escreveu esse texto uma vez em uma peça de teatro e esse pensamento nu...
06/04/2021

Pra onde vão as borboletas quando chove? Um amigo escreveu esse texto uma vez em uma peça de teatro e esse pensamento nunca saiu da minha cabeça. Pode ter uma explicação científica e biológica, claro, mas eu não sei se me interessa. Eu prefiro mesmo é imaginar que elas encontram um lugar ainda mais bonito, acima das nuvens, parecido com elas e ficam lá batendo as asas e dançando com Deus enquanto a gente aqui embaixo toma chuva misturada com pó de asa de borboleta, e sorriso de Deus, que com alegria de menino esconde o sol um pouquinho, só pra ele. Tenho certeza que são as borboletas que nos fazem ter aquela vontade imensa de tomar banho de chuva e ficar alegre, deve ser um pouco da alegria de Deus celebrando com as borboletas que escorre pra terra. Na chuva. Mesmo na chuva. Mesmo quando o tempo está nublado e é muito difícil de ver o sol. Ele está lá. As borboletas sabem disso. E agora você está com elas também Chris, e com o sol, e com Deus, e está feliz eu sei que sim. Obrigado por tudo minha amiga, pela sua alegria que com certeza continua caindo sobre nós, nesse dia tão escuro e chuvoso. Muito obrigado, descansa em paz borboleta. 🙏🏽😢

por Danilo Amaral

Christiane Cese - REJU SP, presente! ✊🏽

📍🕯️*AMANHÃ às 19 horas - Celebração Inter-religiosa pelo Dia Nacional de Combate a Intolerância Religiosa*_Com a presenç...
20/01/2021

📍🕯️*AMANHÃ às 19 horas - Celebração Inter-religiosa pelo Dia Nacional de Combate a Intolerância Religiosa*

_Com a presença de religiosas e religiosos de diferentes fés, nossa celebração foi construída coletivamente, e contará com testemunhos, orações, canções e meditações de diferentes traduções. Acompanhe através da transmissão ao vivo em nossas páginas do Facebook._

_Uma data importante e necessária, ainda mais em tempos nos quais o fundamentalismo age para afastar e opor pessoas de fés diferentes. Como pessoas de diferentes fés, junto à KOINONIA e a Frente Dom Paulo Evaristo Arns, convidamos você a construir a nossa celebração deste 21/01 conosco._

📲 Via Facebook das organizações convocantes:

facebook.com/koinoniapes
facebook.com/frentedompaulo
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facebook.com/AxeAbassaDeOgum
facebook.com/aseomonana
Ilé Asé Olú Àiyé Àti Ìyá Omì - facebook.com/DriSilva1971/
facebook.com/ConvergenciaPelosDireitos
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facebook.com/cssantodias
Féministas
Associação Scholem Aleichem
Rede de Apoio. às Famílias com Vítimas Fatais do COVID - GT Espiritualidades
Pacto Global Educativo
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❗_Sobre a data:_

Dia 21 de janeiro é o *Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa*. A data é uma homenagem à memória de *Mãe Gilda, do Ilê Axé Abassá de Ogum*, que em 2000 faleceu em decorrência de ataques feito por fundamentalistas religiosos. Para marcar essa data, KOINONIA Presença Ecumênica e Serviço e a Frente Dom Paulo Evaristo Arns organizam uma Celebração Interreligiosa, não apenas para se contrapor a todos os discursos fundamentalistas e de ódio que crescem hoje no Brasil, mas para anunciar que uma outra forma de vida em sociedade é possível, baseada no respeito e na afirmação da diversidade.

AJUDE A PRESSIONAR! ASSINE AGORA!    https://www.rendabasica.org.br/Link para organizações/ coletivos assinarem: https:/...
22/03/2020

AJUDE A PRESSIONAR! ASSINE AGORA!

https://www.rendabasica.org.br/

Link para organizações/ coletivos assinarem:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSei5qr-r_kjT05A0SlcMpQ4_ZovUzY7TA23TgW-UcZ3Zbw8Jg/viewform

Para enfrentar a crise gerada pelo Coronavírus, precisamos garantir uma renda básica emergencial de R$300 por mês para todos os brasileiros mais pobres do país, incluindo crianças e idosos, por 6 meses. Mas com menos burocracia é possível aumentar esse valor e ainda atingir o dobro de pessoas, pelo dobro de tempo.

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SOBRE A PROPOSTA:
Não temos tempo a perder: precisamos implementar uma política de renda básica de emergência para os mais desprotegidos. O governo já anunciou a intenção de fazer algo semelhante a isso, mas limitando-se a um número restrito de profissionais autônomos. E, na prática, para poder selecionar quem se qualificaria para o programa, o governo teria que desenvolver do zero um novo sistema de triagem online, ou obrigar esses trabalhadores a enfrentar longas filas de cadastro - o oposto do que deveríamos fazer durante uma pandemia.

Para proteger de verdade os brasileiros e brasileiras que mais precisam, nossa renda básica de emergência, de 300 reais por pessoa, deve contemplar as 77 milhões de pessoas mais pobres do Brasil - aquelas que têm renda familiar inferior a 3 salários mínimos

Precisamos apoiar as famílias mais pobres do Brasil. Assine e pressione o Congresso!

Já parou para pensar na importância de que todos e todas tenham acesso a práticas meditativas?Mais do que nunca, a democ...
13/01/2020

Já parou para pensar na importância de que todos e todas tenham acesso a práticas meditativas?
Mais do que nunca, a democratização da meditação como prática inclusiva de resistência é muito necessária. Pessoas mais tranquilas são mais conscientes, têm mais clareza, conseguem vislumbrar soluções sem a agitação mental. Além de gerar a compaixão! É no silêncio que nos abrimos para nós mesmo e a toda diversidade de pessoas.
Somos um coletivo inter-religioso que deseja promover, no mesmo dia, em outras cidades do Brasil e do mundo, práticas meditativas gratuitas, convidando a pluralidade de espiritualidades para participar.
Venha conosco cultivar a espiritualidade & resistência na cidade de São Paulo!
Dia 18 de Janeiro de 2020 às 14h00
>> Ocupação Almirante Negro

PARAISÓPOLIS: A NECROPOLITICA E A OMISSÃO DO DIREITO À CIDADE NOS TERRITÓRIOS DAS FAVELASMais um caso sobre mortes da ju...
02/12/2019

PARAISÓPOLIS: A NECROPOLITICA E A OMISSÃO DO DIREITO À CIDADE NOS TERRITÓRIOS DAS FAVELAS

Mais um caso sobre mortes da juventude negra e periférica dos territórios das favelas em contrariedade com os argumentos dos policiais, onde nove jovens morreram pisoteados em um dos maiores bailes funk’s de São Paulo, o DZ7, na Zona Sul. Os policiais argumentam contrariamente aos relatos dos moradores em relação aos acontecimentos. Na fala dos policiais, dois homens iniciaram o confronto com tiros contra os agentes da Ronda Ostensiva com Apoio de Motociclistas e posteriormente fugiram para dentro do Baile Funk. Os moradores argumentam que não é de agora que tem acontecido entradas violentas em Paraisópolis durantes os Bailes Funk’s.

Observa-se, há muito tempo, o não serviço da policia em servir a população com segurança pública e o mantimento da ordem. A questão a ser levantada dentro desse contexto é: quem avalia os comportamentos policiais ? A necropolitica (segundo a pesquisadora Rosane Borges, o conceito de necropolitica está em total relação com o racismo, a ideia de eliminação de um inimigo e as favelas, como territórios considerados pela regulação urbanística formal como não cidade, ou expressa e pesquisada inicialmente pelo filosofo negro, historiador, teórico político e professor universitário camaronense Achille Mbembe, que em 2003, escreveu um ensaio questionando os limites da soberania quando o Estado escolhe quem deve viver e quem deve morrer) que tem coordenado o nosso país ? Certamente. A morte dos nove jovens foi de total responsabilidade da política de extermínio que coordena o nosso país. Essa que tem como sua extensão fidelizada uma significativa parte dos policiais, que é o processo continuo de açoite colonial, segundo a Urbanista negra Joice Berth, é programado para aniquilar a população pobre e preta.

Quando discutimos as relações do Direito à Cidade nos territórios das favelas, e especificamente, a apropriação territorial das pessoas desse e nesse território, os bailes funk’s surgem como iniciativas de lazer, recreação e renda para os moradores da região, levando em conta que as famílias encontram potencialidades econômicas para o seu mantimento diário, com venda de bebidas e comidas para os que ali estão, proporcionando uma extensão das determinantes recreativas e de lazer. A juventude dos territórios periféricos sofrem com a falta do Direito à cidade e o acesso aos equipamentos públicos de lazer e recreação em seus territórios, e como reação positiva contra essa omissão do Estado de oferecer recreação, desenvolvem estratégias culturais, que atigem proporções socialmente altas nesses espaços, para que possam resgatar tudo aquilo que a cidade considerada formal pela regulação urbanística, não propõem para eles, como: equipamentos públicos com potenciais recreativos, trabalho próximo aos seus locais de moradia, direito à moradia adequada, saneamento básico, direito à alimentação de qualidade e adequada, direito à cidade e os demais acessos e direitos que são de total responsabilidade do Estado de suprir para a população dos territórios das favelas e periféricos.

Quando questionamos os aspectos das politicas de segurança publica, “a gente vê hoje um Estado que adota a política de morte, o uso ilegítimos da força, o extermínio, a política de inimizade. Que faz a divisão entre amigo e inimigo. É o que a gente vê, por exemplo, nos territórios das favelas, nas periferias das grandes cidades brasileiras. Nossa policia substitui o capitão do mato.” (Borges, Rosana. O que é necropolitica e como se aplica a segurança publica no Brasil. 2019)

Existe, nitidamente, uma crítica ra***ta contra os bailes funk’s, inicialmente apontando o desenvolvimento das letras sexistas, pela qual precisamos combater em todos os setores da sociedade, que são atravessados com machismo, patriarcado e racismo. Entretanto, sabemos que esses “apontamentos” tem como objetivo principal inferiorizar e desqualificar as produções culturais e a própria cultura periférica, como já fizeram anteriormente com diferentes expressões dos territórios das favelas e periferias.

As favelas são as expressões efetivas de resistência e luta da população pobre, preta e periférica, e por esse motivo é alvo das “balas perdidas”, que de “perdidas” não tem nada, porque encontram corpos, e esses corpos são pretos. Corpos pretos de crianças, jovens, adultos e idosos. Corpos pretos que recebem em suas costas os chicotes dos homens brancos que machucam e sangram. Corpos pretos que estão sendo exterminados.

Marcos Paulo Oliveira dos Santos, PRESENTE!

Denys Henrique Quirino da Silva, PRESENTE!

Dennys Guilherme dos Santos Franca, PRESENTE!

Gustavo Cruz Xacier, PRESENTE!

Gabriel Rogério de Moraes, PRESENTE!

Mateus dos Santos Costa, PRESENTE!

Bruno Gabriel dos Santos, PRESENTE!

Eduardo Silva, PRESENTE!

Luara Victoria de Oliveira, PRESENTE!


Renan Mendes é Arquiteto e Urbanista em formação. Militante do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto e da Rede Ecumênica da Juventude.

25/10/2019
14/10/2019

Koinonia Presença Ecumênica Paróquia da Santíssima Trindade IEAB 🏳️‍🌈✊🏿

TÁ NO AR O TERCEIRO EPISÓDIO DO🎙Podcast - E EU COM ISSO?! 📣  Ep 3: Estado LaicoNeste último episódio do "E eu com isso?"...
26/09/2019

TÁ NO AR O TERCEIRO EPISÓDIO DO
🎙Podcast - E EU COM ISSO?! 📣 Ep 3: Estado Laico

Neste último episódio do "E eu com isso?" vamos falar sobre Estado Laico. O assunto parece ser antigo, mas a atual conjuntura, com as escancaradas relações de poder e o que se faz na política "em nome de Deus (cristão)" estão cada vez mais deslegitimando qualquer possibilidade de uma laicidade e pluralidade no Estado, e como consequência uma onda de retrocessos em termos de direitos humanos. Seja no campo ou na cidade.
Para este papo convidamos Humberto Ramos, mestre em ciências da religião, pesquisador e professor de direito constitucional e contamos com a mediação Maryuri Mora Grisales da REJU.
Apresentação: Danilo Amaral e Natália Blanco

"E eu com isso?" é a série de podcasts realizada pela Rede Ecumênica da Juventude para dialogar com as problemáticas do Brasil de 2019 e a Religião.

soundcloud.com/rejusaopaulo 🔈

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"Perdoa e destrói os reinos em que a corrupção é a lei mais forteProtege-nos da crueldade, do esquadrão da morte, dos pr...
24/09/2019

"Perdoa e destrói os reinos em que a corrupção é a lei mais forte
Protege-nos da crueldade, do esquadrão da morte, dos prevalecidos." - Pai Nosso dos Mártires

Ágatha Félix, presente!

Arte:

17/09/2019

Partilha feita na EMEF Virgílio de Melo Franco 💕 O Danilo Amaral foi conversar com os adolescentes sobre o movimento social que a Rede Ecumênica da Juventude propõe em SP, no projeto: "Nós fazemos a história: escola e movimentos sociais". Estivemos dividindo o momento com o Levante Popular da Juventude e com Pastoral da Juventude ! Agradecemos e parabenizamos o diretor Edilson Cruz pelo trabalho na escola.

Endereço

São Paulo, SP

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