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Mort Safe Tafofilia: Atracção por cemitérios, sepulturas, funerais.

O weblog Mort Safe pretende reunir referências e informação sobre a tafófilia, numa tentativa de a difundir e desmistif**ar, procurando ao mesmo tempo ser uma ferramenta útil a todos aqueles que gostam de passear por cemitérios para observar estatuária, ler epitáfios ou sentir o silêncio.

As fotos de drone são do Ernesto Matos e o recorte é da revista “A Construção Moderna”.Destaque para o que menos consegu...
28/10/2026

As fotos de drone são do Ernesto Matos e o recorte é da revista “A Construção Moderna”.
Destaque para o que menos conseguimos ver: a escultura do topo do zimbório, “Oração”. A tecnologia permite quase olhá-la nos olhos; esculpida por José Netto (1875-1960), insere-se na proposta do arquitecto Rosendo Carvalheira (1861-1919) para o jazigo, completando a viagem sentimental iniciada com “Silêncio” de Costa Motta (tio) (1862-1930), bronze que limita a entrada.
Originalmente concebido por encomenda de Ana Rozalina de Figueiredo Moura, o jazigo hoje homenageia o Comendador João Ferreira dos Santos.

Uma das coisas que gosto de referir - relativamente ao nosso trabalho de investigação e posterior divulgação patrimonial...
25/10/2026

Uma das coisas que gosto de referir - relativamente ao nosso trabalho de investigação e posterior divulgação patrimonial - é a importância da memória, de recordar nomes e histórias das pessoas comuns, inumadas nestes cemitérios.

Sendo um dos dois únicos jazigos existentes nos cemitérios de Lisboa onde a morte é apresentada de forma directa, com um esqueleto amortalhado, de asas abertas, como um anjo vingador, vamos referindo e mostrando a Cacilda amiúde nas visitas. Especialmente nas nocturnas.

Ontem, antes da visita fui fotografar a Cacilda e dei conta que ela tinha flores.
Pela primeira vez em anos, talvez desde o tempo em que a sua mãe lhas deixava, ontem, a Cacilda tinha flores.
Fiquei feliz. A mãe dela também f**aria.

Flores para Cacilda. 💜

Este fim-de-semana é o fecho de temporada das visitas nocturnas, já com a noite a chegar mais cedo, a hora a mudar e o v...
24/10/2026

Este fim-de-semana é o fecho de temporada das visitas nocturnas, já com a noite a chegar mais cedo, a hora a mudar e o vento frio a fazer-se sentir.
Depois de domingo, as visitas nocturnas só regressam com a Primavera, em Março.
Até lá, continuamos a fazer visitas todos os meses, com diferente temáticas, diferentes percursos e novas-velhas histórias, sempre contadas a partir de jazigos e sepulturas.

E cá f**a o link para me ouvirem com a joana rita sousa Filocriatividade à conversa com o João Bacalhau sobre as Oficina...
24/10/2026

E cá f**a o link para me ouvirem com a joana rita sousa Filocriatividade à conversa com o João Bacalhau sobre as Oficinas Vitais sobre Assuntos Fatais no "Isto faz-se por cá" da RTP Mundo (RDP Internacional).
Oiçam que é giro!

https://www.rtp.pt/play/p6403/e962707/isto-faz-se-por-ca

E aproximam-se as últimas visitas nocturnas desta temporada. Devia à elevada procura, marcámos duas sessões extraordinár...
23/10/2026

E aproximam-se as últimas visitas nocturnas desta temporada. Devia à elevada procura, marcámos duas sessões extraordinárias para este fim‑de‑semana: as últimas do ano, as últimas desta temporada.
Esgotadíssimas e com lista de espera, vamos descobrir a simbologia, as gramáticas ornamentais e os elementos arquitectónicos mais inesperados com a ajuda das luzes das lanternas, descobrindo da sombra as histórias.
A partir de Março, regressam as visitas nocturnas. Até lá, todos os meses, temos visitas temáticas e generalistas que valem muito a pena explorar.
Domingo sai o programa de Novembro: marquem antes que esgotem.

Os cemitérios são espaços de memória, onde o visível e colectivo se conjuga com reserva e privacidade. Recordar as histó...
21/10/2026

Os cemitérios são espaços de memória, onde o visível e colectivo se conjuga com reserva e privacidade.
Recordar as histórias e a História, lembrar nomes, destacar ornamentos e elementos arquitectónicos é perpetuar a lembrança e preservar o património - material e imaterial - dos cemitérios.
Visitar um cemitério é contribuir para esse propósito, deixar memórias para as gerações futuras.

Procuramos sempre ter visitas novas durante a Semana Cultural nos Cemitérios. Este ano, aproveitando o lançamento do meu...
18/10/2026

Procuramos sempre ter visitas novas durante a Semana Cultural nos Cemitérios.
Este ano, aproveitando o lançamento do meu livro, criei uma visita com o mesmo nome e apresentando um desafio: “CIVITAS MORTUORUM: um século de arquitectura funerária”.
No Cemitério do Alto de São João e com a ajuda de um gráfico temporal (que também é uma das figuras do livro), procurei levar os visitantes em viagens no tempo, percorrendo o cemitério em busca dos vários estilos, diferentes fases de crescimento do cemitério, sinalizando as semelhanças com a cidade, em conceitos ou em edifícios específicos. Ficou muito por contar, mas é por isso que temos o livro.
Quem gostou, pode continuar em casa, ao seu ritmo, lendo o “CiVITAS MORTUORUM: Mimese Artística da Arquitectura da Cidade na Arquitectura do Cemitério” (Verbi Gratia, 2026).
Quanto à visita, vai entrar no nosso catálogo de visitas mensais e ter uma repetição daqui a algum tempo, por isso, quem não teve oportunidade de se inscrever e ir hoje - a visita esgotou - vai poder juntar-se a nós em nova oportunidade. 🖤



https://divergencia.pt/loja/civitas-mortuorum/

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Lisbon

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