02/02/2017
Beleza da Língua Portuguesa...
"PORTUGUÊS" É O ÚNICO IDIOMA EM QUE SE
PODE ESCREVER UM TEXTO SÓ COMEÇADO POR
"P"
Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor
português, pintava portas, paredes, portais.
Porém, pediu para parar porque preferiu pintar
panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou
prateleiras para poder progredir. Posteriormente,
partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para
Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para
pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque
Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém
posteriormente pintou pratos para poder pagar
promessas.
Pálido, porém personalizado, preferiu partir para
Portugal para pedir permissão para papai para
permanecer praticando pinturas, preferindo,
portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos
Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam
plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos
pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente,
pois perigosas pedras pareciam precipitar-se
principalmente pelo Pico, porque pastores
passavam pelas picadas para pedirem pousada,
provocando provavelmente pequenas perfurações,
pois, pelo passo percorriam, permanentemente,
possantes potrancas. Pisando Paris, pediu
permissão para pintar palácios pomposos,
procurando pontos pitorescos, pois, para pintar
pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos,
pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo
precaver-se. Profundas privações passou Pedro
Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém,
pretas previsões passavam pelo pensamento,
provocando profundos pesares, principalmente por
pretender partir prontamente para Portugal. Povo
previdente! Pensava Pedro Paulo… "Preciso partir
para Portugal porque pedem para prestigiar
patrícios, pintando principais portos portugueses".
Passando pela principal praça parisiense,
partindo para Portugal, pediu para pintar
pequenos pássaros pretos. Pintou, prostrou
perante políticos, populares, pobres, pedintes. -
"Paris! Paris!" Proferiu Pedro Paulo. -"Parto,
porém penso pintá-la permanentemente, pois
pretendo progredir".
Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos
pais, porém, Papai Procópio partira para
Província. Pedindo provisões, partiu prontamente,
pois precisava pedir permissão para Papai
Procópio para prosseguir praticando pinturas.
Profundamente pálido, perfez percurso percorrido
pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão
principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo
pescoço proferiu: -Pediste permissão para
praticar pintura, porém, praticando, pintas pior.
Primo Pinduca pintou perfeitamente prima
Petúnia. Porque pintas porcarias? -Papai, proferiu
Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém
preferindo, poderei procurar profissão própria para
poder provar perseverança, pois pretendo
permanecer por Portugal. Pegando Pedro Paulo
pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando
pelos pertences, partiu prontamente, pois
pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão
perfeita: pedreiro! Passando pela ponte
precisaram pescar para poderem prosseguir
peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos,
porém, passando pouco prazo, pegaram pacus,
piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima,
pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar
primo Péricles primeiro. Michael manzambi mayamona