Mônica Vasques - Taróloga

Mônica Vasques - Taróloga Tarot é uma ferramenta para nos auxiliar no processo de autoconhecimento trazendo mensagens do inconsciente através dos arcanos

29/08/2026
🌿 O Tempo da Terra: O Cuidado com o Corpo e o Ritmo da VidaA Rainha de Ouros é a guardiã da sabedoria do elemento Terra....
17/08/2026

🌿 O Tempo da Terra: O Cuidado com o Corpo e o Ritmo da Vida

A Rainha de Ouros é a guardiã da sabedoria do elemento Terra.

Nos manuais, ela frequentemente aparece associada à estabilidade material. Mas, na prática da Investigação Simbólica, a operação psíquica dessa carta toca em algo muito mais íntimo: a nossa relação com o corpo, com a saúde e com o tempo de maturação da vida.

O elemento Terra não conhece o atalho. Uma semente não brota mais rápido só porque estamos com pressa, e o nosso organismo não se regenera sob o comando da ansiedade.

A Rainha de Ouros nos convida a olhar para o corpo como um templo — o espaço físico e sagrado que sustenta todos os nossos projetos, sonhos e movimentos no mundo. Ela nos lembra que cuidar da nutrição, respeitar os limites do estresse e honrar o descanso não é um luxo: é a base real de qualquer abundância sustentável.

Na mesa de atendimento, a presença deste símbolo costuma ser um convite amoroso para desacelerar: Qual processo na sua vida hoje está pedindo a paciência da terra? Como você pode habitar o seu corpo com mais presença e carinho neste momento?

O Tarô é uma linguagem para acolher a vida real e dar nome ao que o nosso corpo já está tentando nos dizer.

Se você sente que o seu momento pede essa pausa de clareza, a minha Agenda de Agosto está aberta para os atendimentos individuais de Investigação Simbólica.

Vamos mapear a sua travessia juntos, no seu próprio ritmo. 🌿

Tome consciência das muitas possibilidades que este mundo oferece aquele que esteja aberto a elas. Viva esse@momento com...
10/08/2026

Tome consciência das muitas possibilidades que este mundo oferece aquele que esteja aberto a elas. Viva esse@momento como em uma eterna primavera. Dê férias à seriedade em demasia e a comprovação experiência de vida e tente encarar a vida com admiração e sem preconceitos. Deixe-se conduzir por sua curiosidade. Siga caminhos instintivamente, sem saber para onde eles levarão. Assim, você terá a chance de viver, no melhor sentido, algo excitante, libertando-se de uma normalidade cinzenta e de uma rotina desanimada. Em vista da despreocupação e da alegria de viver brincalhona do LOUCO você poderá até se sentir mais jovem do que se sente hoje.

Trecho do livro: Tarô Palavra Chave - Hajo Banzhaf e Brigitte Theler

O que um tarólogo faz quando não está lendo para ninguém?Existe um pequeno Tarô que mora dentro de uma latinha de metal ...
02/08/2026

O que um tarólogo faz quando não está lendo para ninguém?

Existe um pequeno Tarô que mora dentro de uma latinha de metal e quase sempre está na minha bolsa. Não me lembro exatamente quando ele começou a me acompanhar; apenas percebi, um dia, que já havia atravessado comigo por parques, esperado em salas de consultas médicas, dividido o silêncio de algumas cafeterias e encontrado lugar em muitos domingos. Sem que eu tivesse a intenção de transformá-lo em um ritual, ele acabou se tornando uma espécie de companheiro de caminho.

Durante a semana, minhas cartas se abrem para as histórias de quem me procura. Escuto perguntas, acompanho desafios, observo símbolos que, pouco a pouco, encontram lugar na vida de outras pessoas. É um movimento inteiramente voltado para fora, para esse espaço delicado onde alguém deposita sua confiança e me permite caminhar, ainda que por um breve trecho, ao lado de sua história.

O domingo, porém, muda a direção desse movimento.

Quando encontro uma cafeteria tranquila, escolho uma mesa perto da janela, peço um chá e só então abro a pequena latinha. Há algo nesse gesto que não tem a ver com pressa nem com método. É apenas a forma que encontrei de devolver a mim mesma a mesma escuta que ofereço durante toda a semana.

Todos os domingos tiro uma única carta e é ela quem inaugura a conversa. 

Ao longo dos dias que se seguem, volto muitas vezes àquela imagem para perceber como aquele símbolo encontra formas de se manifestar no cotidiano. Às vezes ele aparece numa conversa aparentemente comum. Outras vezes surge numa pergunta que insiste em permanecer aberta. Descobri, com o tempo, que estudar um Arcano é muito menos decorar seus significados do que aprender a conviver com ele até que sua linguagem comece a transformar a nossa maneira de olhar.

A carta que me acompanhará nesta semana é **A Estrela**.

Antes de procurar qualquer interpretação, gostaria de lhes propor um exercício que faço comigo mesma todos os domingos: observem a imagem por alguns instantes, em silêncio, e deixem que ela fale antes dos seus pensamentos. 

Tenho curiosidade em saber: o que, na Estrela, chamou primeiro o olhar de vocês?

O vento vinha do mar e entrava pelas frestas das janelas antigas. O cheiro da maré sizígia recuava,formando espelhos d’á...
26/07/2026

O vento vinha do mar e entrava pelas frestas das janelas antigas. O cheiro da maré sizígia recuava,
formando espelhos d’água.

Sons de tambores e burburinhos atravessavam as bandeirolas coloridas no céu da minha cabeça
agitavam-se

Eu respirava todas as linguagens
E, sem perceber, alguma coisa em mim respirava de volta. Foi estranho. Porque eu não estava apenas conhecendo a cidade. Era como se a cidade estivesse me reconhecendo também.

Depois de São Luís,
algumas coisas envelheceram.

Velhos medos.
Velhas maneiras de existir.
Velhas cascas que se quebram quando já não se cabe mais dentro delas.

E a vida foi costurando um caminho próprio
me levando para o exato momento
dentro de cada encontro ou desencontro.

Até que alguma coisa despertou.
Quando os anjos tocam as trombetas,
é hora! ESTOU DECIDIDA.

Pisei na Rua de Giz
vi os azulejos insistindo em permanecer apesar dos séculos. E entendi que resistência é continuar viva enquanto tudo muda.

Tambor de Crioula
Bumba meu Boi

O mito sobrevive porque há
corpos dispostos a dança-los,
vozes dispostas a cantá-los
mãos dispostas a borda-los
e corações dispostos a acreditar

A memória respira

E, talvez sem perceber,
alguma coisa em mim também renasceu
O corpo reconhece antes mesmo da razão.
E, depois de ouvir esse chamado… não há retorno. Há caminho. E aqui estou.

Carta da Semana | O Julgamento

Endereço

Campinas, SP

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