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Sobramid Sociedade Brasileira de Médicos Intervencionistas em Dor. www.sobramid.org

Os sócios quites da SOBRAMID têm uma condição especial para adquirir a 2ª edição do Tratado de Dor Pélvica, publicado pe...
13/10/2026

Os sócios quites da SOBRAMID têm uma condição especial para adquirir a 2ª edição do Tratado de Dor Pélvica, publicado pela Dilivros.

A obra reúne 116 capítulos e a experiência de mais de 200 médicos especialistas, abordando temas fundamentais para a avaliação e o tratamento da dor pélvica, incluindo:
🔹 Anatomia e neurofisiologia
🔹 Semiologia e imagem
🔹 Tratamentos medicamentosos e hormonais
🔹 Procedimentos intervencionistas
🔹 Cirurgia e neuromodulação
🔹 Reabilitação e suporte multiprofissional

Exclusivo para sócios quites da SOBRAMID: 15% de desconto com o cupom SOBRAMID15.

📅 Oferta válida até 31/12/2026.

Aproveite a condição especial e tenha acesso a uma obra de referência para apoiar a tomada de decisão clínica no manejo da dor pélvica.

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A Síndrome de Dor Complexa Regional é uma condição dolorosa que pode apresentar componentes neuropáticos e inflamatórios...
09/10/2026

A Síndrome de Dor Complexa Regional é uma condição dolorosa que pode apresentar componentes neuropáticos e inflamatórios, acompanhada por alterações sensitivas, vasomotoras, sudomotoras e motoras/trofóficas.

Entre as manifestações que podem estar presentes estão:
• Queimação e hiperalgesia
• Alodinia
• Edema e alterações na sudorese
• Mudanças na temperatura ou coloração da pele
• Redução da amplitude de movimento
• Fraqueza e alterações motoras
• Alterações tróficas da pele, pelos e unhas
• Perda de massa óssea em alguns casos

A SDCR frequentemente surge após um evento desencadeante, como trauma ou cirurgia, mas o diagnóstico não deve ser baseado apenas na identificação desse antecedente.

Os Critérios de Budapeste, reconhecidos pela IASP, consideram quatro grupos de manifestações: sensitivas, vasomotoras, sudomotoras/edema e motoras/tróficas. Para o diagnóstico clínico, é necessário identificar sintomas em pelo menos três categorias, sinais no exame físico em pelo menos duas e excluir outras condições que expliquem melhor o quadro.

Exames complementares, incluindo métodos de imagem, podem contribuir para a avaliação e para a exclusão de diagnósticos diferenciais, mas não existe um exame isolado que confirme a SDCR. O diagnóstico é clínico e exige correlação entre história, exame físico e investigação complementar, quando indicada.

Para o médico que trata da dor, reconhecer precocemente esse conjunto de sinais e sintomas é fundamental para estabelecer o diagnóstico diferencial e direcionar a abordagem terapêutica.

Sancionada em junho, a Lei nº 15.422/2026 estabelece que a pessoa com dor crônica tem direito ao atendimento integral pe...
08/10/2026

Sancionada em junho, a Lei nº 15.422/2026 estabelece que a pessoa com dor crônica tem direito ao atendimento integral pelo SUS, conforme regulamentação dos órgãos competentes. A legislação também determina que o paciente receba informações prévias sobre os potenciais riscos e efeitos adversos dos tratamentos.

Outro avanço é a criação do Dia Nacional de Conscientização e Enfrentamento da Dor Crônica, celebrado anualmente em 5 de julho e representado pela cor verde, com previsão de campanhas específicas de conscientização.

Reconhecer um direito é apenas uma etapa. É preciso criar condições para que ele se transforme em acesso real ao diagnóstico, tratamento e acompanhamento da dor crônica.

A própria lei estabelece o atendimento integral, mas sua implementação depende da regulamentação e da capacidade do sistema de organizar essa assistência.
Por isso, o momento exige não apenas conscientização, mas também qualificação profissional, planejamento em saúde e fortalecimento das políticas públicas voltadas à dor crônica.

Para o médico que trata da dor, permanece um papel fundamental: reconhecer a complexidade da dor persistente, realizar uma avaliação individualizada e utilizar estratégias terapêuticas fundamentadas nas melhores evidências disponíveis.

A Lei 15.422/2026 representa um marco. O próximo passo é transformar o direito previsto em cuidado acessível, qualificado e contínuo para quem vive com dor crônica.

*Fonte: Lei nº 15.422, de 3 de junho de 2026 — Presidência da República.

No Reino Unido, a resposta já começou a sair do campo das possibilidades e chegar à prática assistencial.Um dos exemplos...
02/10/2026

No Reino Unido, a resposta já começou a sair do campo das possibilidades e chegar à prática assistencial.

Um dos exemplos é o Flok Health, serviço de fisioterapia digital baseado em inteligência artificial utilizado em regiões atendidas pelo NHS, o sistema público de saúde britânico.

Por meio de um aplicativo, o paciente passa por uma avaliação e recebe um programa personalizado, com sessões de fisioterapia e exercícios que são adaptados de acordo com sua evolução.

Em um piloto realizado em Cambridgeshire e Peterborough com mais de 2.500 pacientes, a implementação do serviço esteve associada a uma redução de 55% na fila de espera para dor lombar.

O ponto mais interessante talvez esteja justamente em utilizar a tecnologia para ampliar o acesso, apoiar o autocuidado e direcionar recursos presenciais para os pacientes que apresentam maior complexidade ou realmente necessitam de avaliação clínica direta.

Outras ferramentas também vêm sendo estudadas. O selfBACK, por exemplo, utiliza inteligência artificial para oferecer recomendações individualizadas de exercícios, atividade física e educação para pessoas com lombalgia.

Em um ensaio clínico randomizado, pacientes que utilizaram o aplicativo associado ao tratamento habitual apresentaram redução da incapacidade relacionada à dor lombar quando comparados ao cuidado habitual isolado. Entretanto, a diferença média encontrada foi pequena e sua relevância clínica permanece motivo de discussão.

Tecnologia digital não deve ser confundida com tratamento autônomo para todos os pacientes com dor. Dor lombar pode ter diferentes mecanismos, apresentações clínicas, fatores psicossociais e sinais de alerta. Avaliação, diagnóstico diferencial e definição da estratégia terapêutica continuam exigindo raciocínio clínico.

Para a Medicina da Dor, talvez a pergunta mais importante não seja se a IA substituirá o atendimento presencial, mas como integrar inteligência artificial, fisioterapia digital e atendimento médico para entregar o cuidado certo, ao paciente certo e no momento certo?

O futuro do tratamento da dor provavelmente não será exclusivamente digital nem exclusivamente presencial. Será cada vez mais integrado, individualizado e baseado em evidências.

*Fontes: NHS / Cambridgeshire Community Services NHS Trust; estudos clínicos do selfBACK.

O maior estudo genético já realizado sobre fibromialgia acrescenta uma evidência importante a essa discussão.Publicado n...
30/09/2026

O maior estudo genético já realizado sobre fibromialgia acrescenta uma evidência importante a essa discussão.
Publicado na Nature Medicine, o estudo analisou dados genéticos de mais de 2,5 milhões de pessoas e identificou 26 regiões do genoma associadas ao risco de fibromialgia.

Os pesquisadores observaram que a herdabilidade relacionada à fibromialgia apresentou enriquecimento em tecidos cerebrais e células do sistema nervoso, fortalecendo as evidências de participação do sistema nervoso central na fisiopatologia da doença.

É um dado que conversa diretamente com o conceito de sensibilização central e dor nociplástica.
Uma forma de compreender esse processo é pensar no sistema de processamento da dor como um alarme excessivamente sensível: o estímulo existe, mas a maneira como ele é recebido, interpretado e amplificado pelo sistema nervoso também influencia a experiência dolorosa.

Outro achado relevante foi a presença de correlações genéticas importantes entre a fibromialgia e condições como: dor lombar; síndrome do intestino irritável; transtorno de estresse pós-traumático; outras condições de dor crônica e transtornos somáticos e psiquiátricos.

Isso não significa que essas doenças sejam iguais ou que uma necessariamente cause a outra. A descoberta aponta para componentes genéticos compartilhados, abrindo novas possibilidades para pesquisas sobre mecanismos biológicos, comorbidades e futuros alvos terapêuticos.

O estudo reforça um ponto essencial: a fibromialgia é uma condição complexa, com componentes biológicos mensuráveis e importante participação do sistema nervoso central.

Mais do que encerrar a discussão sobre sua fisiopatologia, a genética ajuda a abrir novas perguntas e novos caminhos de investigação.

Na sua prática clínica, como os avanços sobre dor nociplástica e sensibilização central têm modificado a abordagem do paciente com fibromialgia?

*Fonte: Kerrebijn I. et al. The genetic architecture of fibromyalgia across 2.5 million individuals. Nature Medicine, 2026.

Ser associado à SOBRAMID é fazer parte de uma rede voltada ao fortalecimento, à atualização e ao desenvolvimento dos pro...
28/09/2026

Ser associado à SOBRAMID é fazer parte de uma rede voltada ao fortalecimento, à atualização e ao desenvolvimento dos profissionais que atuam na área da dor.

Ao renovar sua associação, você continua tendo acesso a benefícios importantes para a sua trajetória profissional, como:
- Descontos especiais em eventos e cursos da SOBRAMID e de sociedades parceiras;
- Condições diferenciadas para participação em congressos, incluindo o Congresso Brasileiro de Dor;
- Acesso em primeira mão a informações sobre eventos, congressos e oportunidades exclusivas;
- Inclusão do seu nome na lista oficial de sócios da SOBRAMID.

Mais do que uma associação, é uma oportunidade de permanecer próximo das discussões, atualizações e conexões que movimentam a Medicina da Dor no Brasil.

Você já garantiu a sua renovação?

O plasma gel vem ganhando espaço entre as estratégias ortobiológicas estudadas para o tratamento da osteoartrite, especi...
21/09/2026

O plasma gel vem ganhando espaço entre as estratégias ortobiológicas estudadas para o tratamento da osteoartrite, especialmente do joelho.
A técnica utiliza o plasma autólogo submetido à desnaturação térmica controlada, formando uma matriz semissólida à base de albumina, posteriormente associada ao PRP. Essa estrutura pode aumentar a permanência intra-articular e favorecer uma liberação mais prolongada de moléculas bioativas.

O plasma gel funciona como uma matriz biológica, com potencial para proporcionar maior retenção intra-articular. Já o PRP (plasma rico em plaquetas) concentra plaquetas e mediadores biológicos, incluindo fatores de crescimento envolvidos na modulação do ambiente tecidual e nos processos de reparo.

A hipótese por trás da associação é justamente combinar suporte matricial + atividade biológica, buscando prolongar a ação dos componentes do PRP no ambiente articular. No entanto, é importante separar potencial biológico de evidência clínica consolidada.

Embora o PRP já tenha sido estudado em diversos ensaios para osteoartrite, ainda existem importantes diferenças entre protocolos, concentração plaquetária, volume, número de aplicações e preparação.

No caso específico do plasma gel associado ao PRP, a literatura ainda é inicial. O trabalho publicado em 2026 apresenta uma técnica de preparação e aplicação intra-articular, mas os próprios autores destacam a necessidade de estudos clínicos de longo prazo.

Para o médico que trata da dor, o tema merece atenção justamente por representar uma possibilidade dentro do campo dos ortobiológicos, mas sua indicação deve considerar diagnóstico, estágio da osteoartrite, perfil do paciente, objetivos terapêuticos e nível de evidência disponível.

Um estudo recente publicado na Nature Human Behaviour trouxe novos dados para uma questão importante na Medicina da Dor:...
16/09/2026

Um estudo recente publicado na Nature Human Behaviour trouxe novos dados para uma questão importante na Medicina da Dor: a relação entre saúde mental, genética e condições dolorosas.

O estudo analisou dados genéticos de 693.869 pessoas de ascendência europeia e identificou 74 regiões do genoma associadas à gravidade dos sintomas de ansiedade, sendo 39 associações novas para ansiedade.

Mais interessante para o campo da dor: o estudo encontrou correlações genéticas significativas entre sintomas de ansiedade e diferentes condições de saúde, incluindo dor crônica, enxaqueca, endometriose e síndrome do intestino irritável. A correlação genética com dor crônica foi de 0,56, enquanto para enxaqueca e endometriose ficou entre 0,20 e 0,27.

Esses resultados ajudam a reforçar uma compreensão importante: dor crônica e saúde mental não devem ser analisadas como fenômenos completamente separados.

Mas é fundamental interpretar os resultados com cautela. O estudo identificou correlações genéticas, e isso não significa que determinados genes sejam responsáveis pela ansiedade ou que ansiedade seja causa direta da dor crônica.

Além disso, a herdabilidade estimada dos sintomas de ansiedade foi de apenas 5,9%, reforçando que genética é apenas uma parte de uma equação muito mais complexa.

O que isso muda na prática clínica hoje?
Ainda não muda diretamente a abordagem terapêutica da dor crônica. Porém, contribui para compreender melhor a interação entre mecanismos biológicos, fatores psicológicos e condições de dor e pode ajudar a orientar futuras pesquisas sobre medicina personalizada e mecanismos compartilhados entre doenças.

A pesquisa reforça a importância de continuar investigando os mecanismos que conectam ansiedade, dor crônica e outras condições complexas, buscando tratamentos cada vez mais individualizados e baseados em evidências.

*Fonte: Nature Human Behaviour, 2026.

A DMD é uma doença genética que provoca fraqueza muscular progressiva, principalmente em meninos, podendo comprometer mo...
14/09/2026

A DMD é uma doença genética que provoca fraqueza muscular progressiva, principalmente em meninos, podendo comprometer mobilidade e autonomia ao longo do tempo.

Com a redução da força e da mobilidade, podem surgir dores musculoesqueléticas, relacionadas ao posicionamento, contraturas, sobrecarga e às próprias limitações funcionais.

É nesse contexto que a Medicina da Dor pode contribuir. A avaliação especializada permite identificar as características e possíveis mecanismos da dor e definir estratégias individualizadas, que podem envolver medicamentos, fisioterapia, adequação do posicionamento, órteses e medidas para facilitar a mobilidade.

O cuidado precisa ser multidisciplinar e contínuo, sempre considerando as particularidades clínicas da DMD. Ela integra o cuidado para que o paciente possa viver essa jornada com mais conforto e dignidade.

A mandíbula estala ao abrir a boca? A dor de cabeça aparece no fim do dia? Acorda com o rosto cansado, como se tivesse p...
10/09/2026

A mandíbula estala ao abrir a boca? A dor de cabeça aparece no fim do dia? Acorda com o rosto cansado, como se tivesse passado a noite mastigando?
Esses sinais podem estar relacionados à disfunção temporomandibular (DTM), condição que envolve a articulação temporomandibular e os músculos responsáveis pela mastigação.

O problema não costuma ficar restrito à articulação. Masseter, temporal, pterigoideo medial e pterigoideo lateral podem apresentar sobrecarga. A musculatura cervical, como trapézio e esternocleidomastóideo, também pode participar do quadro.

Sinais frequentes:
🔹 Dor na região anterior à orelha ao mastigar
🔹 Estalos ou travamento da mandíbula
🔹 Dor nas têmporas ao acordar
🔹 Zumbido mesmo com audição preservada
🔹 Desgaste, sensibilidade ou trincas nos dentes

Um dos fatores frequentemente associados é o apertamento dentário, que pode ser influenciado por estresse, sono inadequado e hábitos de tensão durante o dia.

Para o médico que atua com medicina da dor, reconhecer a participação muscular, articular e cervical é fundamental para uma avaliação individualizada da DTM.

Mandíbula, cabeça e pescoço podem estar mais conectados à dor do que parece.

Endereço

Campinas, SP

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