06/10/2025
Existe uma perigosa contradição no mundo corporativo brasileiro.
Uma pesquisa recente revelou que 79% das empresas admitem estar expostas a riscos cibernéticos. No entanto, na hora de alocar o orçamento, a cibersegurança ocupa apenas a quarta posição na lista de prioridades de gastos com tecnologia, f**ando atrás de nuvem, inteligência artificial e big data.
Essa mentalidade foi descrita como a de um “early adopter, but late finisher” (adota cedo, mas termina tarde): somos rápidos para abraçar a inovação, mas lentos para consolidar a proteção necessária para sustentá-la.
O resultado? Equipes de TI sobrecarregadas (um problema para 66% das organizações) e uma porta aberta para criminosos que exploram exatamente essa falta de investimento estruturado.
Investir em tecnologias de ponta sem uma base de segurança sólida é construir o futuro do seu negócio sobre um alicerce frágil. A segurança não compete com a inovação; ela a viabiliza.
Está na hora de alinhar o discurso à prática e dar à segurança a prioridade que ela exige.