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"- Por que você não consegue ouvir as estrelas?"Essa foi a pergunta que os bosquímanos do Kalahari fizeram a Laurens van...
29/06/2025

"- Por que você não consegue ouvir as estrelas?"
Essa foi a pergunta que os bosquímanos do Kalahari fizeram a Laurens van der Post, explorador e autor de “O Mundo Perdido do Kalahari.”

Ele sorriu, achando que era brincadeira. Mas eles não estavam brincando…

Quando perceberam que ele realmente não ouvia as estrelas cantarem, seus rostos mudaram.

A alegria deu lugar à tristeza.

Para eles, os sons do céu noturno eram reais.

Uma sinfonia da natureza, parte da alma do universo.

Não ouvir as estrelas não era apenas uma deficiência sensorial.

Era um sintoma de algo mais profundo: a perda de conexão com o mundo natural!

Os bosquímanos não temem a surdez. Temem o esquecimento!

A desconexão. A perda do pertencimento à vida ao redor.

No mundo moderno, cercado por telas e ruídos artificiais, talvez estejamos mais surdos do que imaginamos.

O que você ainda consegue ouvir?
O vento nos galhos?

O silêncio entre as ondas? O bater do próprio coração?

Talvez seja hora de reaprender a escutar.
Não com os ouvidos.
Mas com a alma!

Fonte: Laurens van der Post – O Mundo Perdido do Kalahari (The Lost World of the Kalahari, 1958)

Dizem que a raposa tem um jeito engenhoso de se livrar das pulgas.Ela se aproxima da água com lentidão calculada,e começ...
06/05/2025

Dizem que a raposa tem um jeito engenhoso de se livrar das pulgas.
Ela se aproxima da água com lentidão calculada,
e começa a mergulhar, centímetro por centímetro.
As pulgas, incomodadas, sobem…
Sobem…
Até se agruparem no focinho.
Então, num gesto súbito e decisivo…
A raposa mergulha por completo.
E quando emerge — está livre.
As pulgas f**aram para trás, afogadas naquilo que não pertence mais a ela.

Assim também acontece com as pessoas fortes.
Quando mergulham no frio das adversidades,
os primeiros a fugir são os que nunca estiveram de verdade.
Amigos se afastam.
Conhecidos evaporam.
Os que você nutria com tempo, carinho, atenção… somem.
Até parentes desaparecem no nevoeiro da ausência.
Até parceiros de anos se vão.
E a pessoa forte se vê sozinha — encharcada na dor,
fria, exausta, confusa.

Mas… não se engane.
Eles eram pulgas.
Parasitas disfarçados de afeto.
Sugavam sua luz enquanto você brilhava.
Viviam sob a sombra do seu calor.

Até Aristóteles conheceu essa solidão.
Na sua pior hora — não sobrou ninguém.

E talvez seja exatamente isso o presente secreto da dor:
ela afasta quem não era para f**ar.
Ela purif**a.
Ela limpa.
Ela revela.

O inverno mais rigoroso da tua vida não veio para te congelar.
Veio para te libertar.
E no silêncio do fundo, você se encontra.
Você se refaz.

Quando tudo parecer ruir,
lembre-se da raposa.
Mergulhe.
Deixe ir o que pesa, o que fere, o que se alimenta de ti.
E quando emergires…
Serás outro.
Mais limpo.
Mais forte.
Mais você.

Essa frase   "Ao chegar na ilha, queimem seus barcos e afundem eles" carrega uma poderosa metáfora sobre comprometimento...
22/04/2025

Essa frase "Ao chegar na ilha, queimem seus barcos e afundem eles" carrega uma poderosa metáfora sobre comprometimento total e decisão sem volta. Ela remete à ideia de que, ao eliminar todas as rotas de fuga, a única opção que resta é seguir em frente e fazer dar certo.
Queimar os barcos é um ato simbólico de coragem. Signif**a que você está tão comprometido com um objetivo que não permitirá a si mesmo recuar. É abrir mão da segurança do "plano B" e mergulhar de cabeça no propósito que escolheu. Em vez de olhar para trás, você olha para frente com foco, determinação e criatividade porque agora, o sucesso não é uma escolha: é uma necessidade.
Na vida, muitas vezes hesitamos porque sabemos que podemos voltar. Mantemos os "barcos" ancorados: um emprego seguro que não nos satisfaz, uma relação morna, um sonho adiado.
Queimá-los não é uma atitude inconsequente, mas sim um chamado à ação: confie em si mesmo o suficiente para não precisar de uma rota de escape.
Pergunta que f**a: "quais barcos você ainda mantém ancorados por medo de não dar certo?"

13/08/2023

Dia de Terapias Holísticas no espaço Otorongo.

O movimento é a Expansão dos Terapeutas.

Uma palhinha com Hipnose e Magnetismo.


Terapias e Rapes a pronta entrega, parceria com Otorongo Medicinas da Floresta 🪄

O Rapé ancestral indígena é uma poderosa medicina da floresta que oferece diversos benefícios físicos e espirituais. E h...
09/08/2023

O Rapé ancestral indígena é uma poderosa medicina da floresta que oferece diversos benefícios físicos e espirituais.
E hoje vamos falar do Rapé de alfazema, conhecido por suas propriedades curativas e espirituais.

No campo físico, o rapé de alfazema possui propriedades antissépticas, analgésicas e anti-inflamatórias. Ele pode ser utilizado para aliviar dores de cabeça, enxaquecas, resfriados e sinusites. Além disso, a sua aplicação também auxilia no tratamento de problemas respiratórios, como bronquite e asma, promovendo uma maior abertura das vias aéreas.

Na fitoterapia, a alfazema é amplamente reconhecida pelas suas propriedades relaxantes e sedativas. Por meio do rapé de alfazema, é possível alcançar um estado de calma e tranquilidade, reduzindo a ansiedade e o estresse. Essa medicina natural também é conhecida por melhorar a qualidade do sono e aliviar os sintomas da insônia, facilitando um descanso mais profundo e reparador.

No contexto espiritual, a alfazema possui uma função especial. Ela é utilizada pelos indígenas como uma ferramenta de conexão com o divino e com o universo. O uso espiritual do rapé de alfazema auxilia na limpeza energética do corpo, proporcionando uma sensação de purif**ação e harmonização. É utilizada em rituais xamânicos para criar um vínculo com as energias da Terra e dos elementos naturais, como o ar e as plantas.

Em relação aos chakras, a alfazema atua principalmente no chakra coronário, localizado no topo da cabeça, responsável pela conexão espiritual e expansão da consciência. Sua aplicação nesse chakra auxilia no fortalecimento da intuição e na abertura para insights e sabedoria espiritual. Além disso, a alfazema também atua no chakra do terceiro olho, estimulando a percepção sutil e intuitiva.

O Rapé ancestral indígena, especialmente o de alfazema, oferece uma variedade de benefícios físicos e espirituais, promovendo o equilíbrio e a harmonia entre o corpo, a mente e o espírito. Utilizado há milênios pelas comunidades indígenas, essa medicina continua a ser apreciada e valorizada pelos seus efeitos transformadores e despertadores de consciência.

Endereço

Rua Professor João Argemiro Loyola 557
Pinhais, PR
80240530

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