Nadruz consultoria

Nadruz consultoria Consultor pós graduado e certificado em estratégia da gestão em segurança corporativa e pública. Articulista e docente do setor.

Atua, desde 1998, em prevenção de perdas, análise de riscos, projetos de tecnologia, planos de seguranca e treinamentos. Atuamos na área corporativa, industrial, pessoal e condominial implantando estratégias e recursos tecnológicos. Laudos, projetos, diagnósticos de prevenção de perdas e treinamentos, também fazem parte de nosso escopo.

A história do atendimento de emergências médicas https://www.facebook.com/photo.php?fbid=926017889752487&set=a.184181823...
09/12/2025

A história do atendimento de emergências médicas

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=926017889752487&set=a.184181823936101&type=3

Ninguém em Nova Iorque esqueceu aquela tarde de 1869.

A 5ª Avenida fervilhava de carruagens, passos apressados e conversas que se perdiam no vento — até que um silêncio estranho tomou conta da rua. Uma mulher corria. A saia levantava-se como uma bandeira de batalha, e contra o peito ela apertava uma bolsa de couro que trazia tudo o que tinha: instrumentos, coragem e décadas de luta.

Marie Zakrzewska, 43 anos. Médica. Estrangeira. Pioneira. E, para muitos, uma mulher fora de lugar.

No chão, um homem jazia imóvel. Uma carruagem o atingira, arremessando-o como um boneco de pano. A multidão cercava o corpo, mas ninguém ousava tocá-lo. Era o espetáculo comum do século XIX: acidentes terríveis, espectadores imóveis, morte anunciada.

Até que Marie se ajoelhou.

— Afastem-se — disse ela, firme, sem elevar a voz.

Um policial tentou intervir:

— Senhora, por que insiste? Não é assunto seu.

Marie ergueu o rosto, e seus olhos tinham a frieza exata de quem já viu a morte de perto.

— É meu assunto, sim. Porque se ninguém fizer nada, ele morre.

Não eram palavras dramáticas. Eram constatações científicas.

Enquanto outros hesitavam, ela agiu. Verificou pulso, respiração, posição da coluna. Abriu a camisa com cuidado técnico, não com escândalo. Pediu uma carruagem vazia, pediu um cobertor, pediu silêncio.

Era a única ali que sabia o que fazer. Era a única ali que se movia.

— Quem é você, afinal? — murmurou o policial, impressionado.

Marie respondeu sem olhar para ele:

— A pessoa fazendo o trabalho que você deveria estar fazendo.

O homem sobreviveu. Mas algo dentro dela não descansou.

Aquela cidade gigantesca, iluminada, moderna… não sabia salvar sua própria gente.

Naquela noite, em seu pequeno escritório no East Side, Marie ficou sentada em silêncio, revivendo a imagem do homem caído. Revivendo a ignorância, a confusão, a impotência coletiva.

“Que espécie de sociedade deixa seus feridos morrerem diante de uma multidão?”

Então ela decidiu.

Criaria o primeiro serviço moderno de ambulâncias.

---

Duas semanas depois, Marie reuniu dois médicos e uma enfermeira. Expôs seu plano:

— Uma brigada móvel. Carros — carruagens, por enquanto — equipados. Pessoas treinadas para chegar em minutos. Para agir rapidamente. Para impedir tragédias desnecessárias.

Os outros hesitaram:

— Isso é caro. — Isso é impossível. — A cidade vai rir de nós. — Uma mulher liderando isso?

Marie ap***s cruzou os braços.

— Se ninguém aprovar, começamos nós. De graça.

Silêncio.

Um a um, concordaram.

E assim nasceu a primeira equipe de emergência da história moderna: uma carruagem reforçada, uma maca improvisada, uma caixa de madeira com ligaduras, álcool, tesouras e esperança.

Durante semanas, treinaram como soldados de uma guerra silenciosa: imobilização, hemorragias, fraturas, transporte seguro.

E riram deles.

— A doutora e seus malucos! — Isso aí é o quê? Um teatro? — Medicina sobre rodas? Ridículo!

Marie não se abalou.

Porque ela sabia.

A cidade entenderia… quando precisasse.

---

O momento veio numa tarde de sábado.

Uma criança caiu do segundo andar. Gritos atravessaram a rua. A mãe implorava ajuda. E, pela primeira vez, a carruagem de Marie chegou antes de qualquer improviso desesperado.

Marie saltou.

— Afastem-se. Deixem-me ver.

Tocou o menino. Respirava. Tinha pulso. Tinha chance.

Imobilizou-o, confortou a mãe, e seguiu para o hospital.

Ele viveu.

A cidade inteira ouviu a história. Primeiro com espanto, depois com respeito. Depois, com orgulho.

O que começou como uma loucura virou um modelo. Nova Iorque adotou. Depois Boston. Depois o país inteiro.

Marie nunca pediu créditos. Nunca posou para retratos heroicos. Seu único objetivo era simples e imenso:

Que ninguém morresse cercado de espectadores impotentes.

Anos mais tarde, quando lhe perguntaram por que insistira numa ideia tão improvável, ela respondeu:

— Porque a vida humana não pode esperar até que alguém decida agir. Alguém precisa começar.

E ela começou.

Por isso, hoje, quando uma sirene atravessa a cidade e uma ambulância para diante de alguém que caiu, desmaiou, sangra, teme ou pede ajuda — Marie Zakrzewska ainda está ali.

Na rapidez. Na técnica. Na coragem.

Na convicção de que uma única pessoa, movida por compaixão e teimosia, pode mudar não ap***s um destino… mas uma cidade inteira.

Assim funciona nossa justiça.Vão me dizer que um adolescente de 16 anos não sabia o que era certo ou errado?E se não sab...
03/12/2025

Assim funciona nossa justiça.
Vão me dizer que um adolescente de 16 anos não sabia o que era certo ou errado?
E se não sabia, por algum problema neurológico, deveria estar em liberdade?

O adolescente de 16 anos que realizou o ataque às escolas de Aracruz (ES) em 25 de novembro de 2022, que resultou na morte de quatro pessoas e deixou 12 feridas, foi colocado em liberdade.

O jovem condenado em novembro de 2022 já foi liberado após cumprir o prazo máximo da medida socioeducativa de internação, a mais severa prevista pelo ECA. A legislação estabelece que a internação não pode passar de três anos, mesmo que ele ainda não tenha completado 21 anos.

📷 Reprodução

Definitivamente NÃO!
02/12/2025

Definitivamente NÃO!

O PT apresentou uma proposta para criar uma Guarda Nacional Civil, uma nova força permanente que assumiria as operações de GLO, hoje realizadas pelas Forças Armadas. A ideia é substituir o modelo atual por uma estrutura totalmente civil, com ingresso via concurso.

A proposta surge após críticas às recentes operações de GLO, que registraram alto número de mortes. Segundo o PT, a mudança traria mais controle e segurança para a população.

O plano também inclui a desmilitarização das polícias, a inclusão das guardas municipais na Constituição e a recriação do Ministério da Segurança Pública.

Tema polêmico: você apoia essa mudança ou não?

Inglaterra caiu! ✅ França caiu! ✅ Suíça caiu! ✅ Bélgica caiu! ✅ Em processo: Portugal, Espanha, Dinamarca… ☑️
01/12/2025

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29/11/2025

O promotor Lincoln Gakiya, que atua há cerca de 20 anos no combate ao Primeiro Comando da Capital (PCC), afirmou à CPI do Cr1me Organizado que o Brasil vive um processo acelerado de infiltração das facções cr1minosas na economia formal, nas estruturas políticas e nos serviços públicos. Para Gakiya, se não houver ação coordenada e permanente, o país corre o risco de se tornar um “narcoestado” — ou seja, um Estado cujas instituições e funcionamento dependem do tráfico e das organizações cr1minosas.

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Ele destacou o crescimento exponencial do PCC: em 2010, uma apreensão apontava receita anual da facção da ordem de R$ 10 milhões; hoje, segundo investigações, o faturamento chega a cerca de R$ 10 bilhões por ano, com presença em todos os estados brasileiros e em mais de 20 países. O promotor alertou que esse avanço ocorreu num contexto de “absoluta ausência do Estado” — tanto no sistema prisional quanto na fiscalização financeira — e que o grupo desenvolveu sofisticados mecanismos de lavagem de dinheiro, utilizando fintechs, criptomoedas e casas de apostas.

Além disso, Gakiya criticou o sistema penal vigente, apontando que a progressão de p***s e o regime semiaberto facilitam que líderes de facções continuem operando de dentro dos presídios, passando ordens via advogados ou familiares. Ele também ressaltou que a falta de integração e cooperação entre as polícias, o Ministério Público e órgãos de fiscalização inviabiliza investigações estruturadas e eficazes. Por fim, afirmou que cabe ao Congresso definir uma legislação mais clara — especialmente para diferenciar líderes de facções de cr1minosos de menor importância — e entregar, nos próximos anos, instrumentos duradouros de combate ao crime organizado.

Fonte: Cb Ramos

Questão de segurançaNorueguess fizeram um teste: Dirigiram o novo ônibus elétrico chinês para dentro de uma mina subterr...
26/11/2025

Questão de segurança

Norueguess fizeram um teste:
Dirigiram o novo ônibus elétrico chinês para dentro de uma mina subterrânea para testar se poderia ser hackeado.
Para surpresa dos engenheiros, sim ele pode!

Depois duvidam dos chineses utilizaram veículos para mapear e conhecer qualquer ponto no mundo, por onde seus veículos forem transitar…

One particular test gave an unexpected result.

23/11/2025

NARCOTERRORISTA ASSASSINO DE POLICIAIS É NEUTRALIZADO

Por Lucio Almeida

No amanhecer pesado desta sexta-feira, o Rio despertou com a notícia que correu pelos becos como vento forte antes da chuva: a Polícia Civil havia fechado mais um capítulo sangrento da guerra silenciosa que se trava todos os dias. Mangabinha, o nome que ecoava entre rádios, murais e sussurros, não rugiria mais. O sujeito que colecionava ódio, armas e ameaças encontrou o limite onde a cidade, exausta, dizia basta.

Nas vielas do Karatê e do 13, onde o medo costumava chegar antes do sol, o confronto estourou rápido, como estalo de fio elétrico. Ele, que ostentava granadas como quem exibe medalhas, reagiu. E a resposta veio na mesma moeda; firme, técnica, inevitável. A Core entrou para fazer o que precisava ser feito, não por bravura gratuita, mas porque alguém precisava honrar cada policial derrubado por aquela sombra armada que zombava da vida alheia nas redes sociais.

E, quando a poeira baixou, não era só mais um criminoso fora de circulação. Era o peso simbólico de um capítulo encerrado. Dos três envolvidos na morte do agente da Core, agora ap***s lembranças; Ratomem, Matuê e, por fim, Mangabinha. A cidade segue, ferida mas teimosa, e a crônica urbana registra mais uma vez que a justiça, quando tarda, chega com passos firmes. E hoje, chegou.

Endereço

Avenida Polônia, 1324
Porto Alegre, RS
90230-110

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 18:00
Terça-feira 09:00 - 18:00
Quarta-feira 09:00 - 18:00
Quinta-feira 09:00 - 18:00
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Sábado 09:00 - 12:00

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