24/11/2012
Aos poucos, a velha prática da administração brasileira, de abandonar o que se está velho
para não gastar com manutenção, vai ficando para trás. As grandes empresas acordam para
a valorização patrimonial, e neste conceito aparece o fator vital, o gerenciamento
profissional de atividades implícitas nesta valorização.
Na área de engenharia, empresas de manutenção predial despontam com experiência nesse
mercado, agregando valor ao patrimônio de seus clientes.
Este estudo busca mostrar o porquê de se realizar manutenção em instalações prediais,
mostrar que os gastos com manutenção são mais adequados do que os gastos com
consertos, esse último resulta muitas vezes na troca de toda uma instalação ou
equipamento. Os gastos com manutenção são previsíveis, dando para se orçar os preços e
programar seus pagamentos. A degradação dos equipamentos de uma instalação acontece,
e será preciso fazer alguma troca algum dia, mas sem a manutenção essa troca será
reparada de forma inesperada, sem programação. A manutenção cataloga as peças e
equipamentos de toda uma instalação e monitora sua vida útil fazendo com que tal
equipamento seja usado até o seu limite programando uma troca logo após, de modo que o
dono do imóvel possa orçá-lo em suas despesas.
Diante desse cenário, essas recomendações, procuram, de forma integrada, fornecer
subsídios técnicos e propiciar criteriosas formas de recursos que permitam as unidades
prediais, solucionar problemas técnicos que vem se desgastando ao longo do tempo. As
orientações aqui apresentadas baseiam-se nas normas que regem instalações prediais, as
NBR 5626, NBR 5410, NBR 7128.