Pensamientos Paisagismo

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Buen día!
24/09/2017

Buen día!

Recorre el mundo al rescate de especies en extinción. Es uno de los botánicos más reputados de Reino Unido y se le conoce como el Mesías de la naturaleza.

28/08/2017

Naturaleza

21/06/2017

Trabalho concluído no quarteirão do design em Ipanema. Num charmoso apartamento. Agradecemos a nossa cliente pela confiança!

03/06/2017
Workshop para você fazer uma kokedama, aprenda a técnica japonesa antiga. A ideia é montar cursos individuais e grupais....
22/03/2017

Workshop para você fazer uma kokedama, aprenda a técnica japonesa antiga. A ideia é montar cursos individuais e grupais. Se você quer aprender em sua casa ou tem um grupo de amig@s que tenha interesse faz contato conosco e vamos organizar o workshop, que dura 3h. Para mais informações podem escrever ou ligar. Obrigado

Cuidados com as plantas durante o Outono!A Terra que se afasta do sol nos meses de outono até o meio do inverno e a incl...
06/03/2017

Cuidados com as plantas durante o Outono!

A Terra que se afasta do sol nos meses de outono até o meio do inverno e a inclinação dos raios do sol proporciona tardes dourados e belos ocasos.
As plantas começam a vegetar somente, poucas são as que florescem nesta época.
As tibuchinas (Tibouchina urvelliana), a spatódea (Spathodea) está entre as que nos brindam com suas belas flores.
Algumas herbáceas de final de estação, como a crista-de-galo (Celosia argentea) ainda permanecem florescendo numa despedida final de verão.
Plantas que perdem as folhas
Com o início do frio a maioria das plantas entra em dormência, mesmo que não perca as folhas.

As plantas que perdem as folhas, chamadas de caducifólias, podem produzir belo efeito paisagístico, como o liquidambar (Liquidambar) o ácer (Acer palmatum), a extremosa (Lagerstroemia indica).

As roseiras param de florescer (Rosa sp.), o marmelinho-de-jardim (Chaenomeles) f**a completamente ou parcialmente sem folhas.
Podar antes do tempo prejudica!

Muitas pessoas f**am aflitas com as folhas no chão. Passam a mão em podões e deixam as árvores sem nada, inclusive sem ramos.
Podar antes do tempo prejudica.

A planta segrega um ácido, chamado ácido absísico, que circula na seiva e é um dos responsáveis pela dominância apical e também pela dormência.
A dominância apical determina que as gemas na ponta dos ramos têm prioridade na emissão de folhas e flores sobre as demais inferiores.
A dormência ocorre porque nestas pontas acaba concentrando o ácido, impedindo a brotação pelo tempo do frio.
A natureza é sábia, com certeza.

Um frio de menos de 100C e geadas com valores próximos a 00C pode queimar e matar as gemas que surgem.
Com o tempo, este ácido vai diminuindo nas pontas, pois a seiva começa a correr mais rápido na planta, devido ao calor e as gemas acordarão do sono de beleza. Haverá brotações, virão as flores e o ciclo se renova. Mas aí vem o jardineiro apressado e corta a ponta, corta ramos indevidamente e no tempo errado. A dominância não mais existe, a concentração do elemento inibidor também não. As gemas explodem, vêm as flores.

A temperatura poderá colaborar, claro, mas se ocorrer geada e frio a morte destas estruturas poderá ocorrer, com prejuízo da saúde e da beleza da planta.
É preciso apreciar as plantas em todas as fases das estações, com flores, com folhas, sem flores, sem folhas
As folhas que caem?
Vamos juntar, fazer composto orgânico, aproveitando todos os nutrientes ali contidos para adubar e fornecer matéria compostada para a próxima floração.

“El conocimiento es un tesoro, pero la práctica es la llave del tesoro.”

Conheça seu soloPara fazermos uma horta, jardim ou gramado é essencial conhecermos nosso solo. O ideal seria uma análise...
13/02/2017

Conheça seu solo

Para fazermos uma horta, jardim ou gramado é essencial conhecermos nosso solo. O ideal seria uma análise num laboratório especializado, mas nem sempre isto é possível e prático. No entanto, sempre vale à pena dar uma pesquisada antes. Às vezes há um laboratório pertinho de você, que fornecerá dados importantes e completos sobre o solo, inclusive sobre a fertilidade, sob um custo na maioria das vezes surpreendentemente baixo. Pergunte ao engenheiro agrônomo que atende na agropecuária próximo de você, procure em faculdades de agronomia, Emater, Embrapa, laboratórios privados, etc. Não achou? Não se desespere, pois neste artigo vamos procurar entender um pouco o nosso solo.

Podemos dividir o solo em três partes: físico, químico e biológico. O físico é, como o próprio nome sugere, sua granulometria, porosidade, textura, dadas principalmente pelos diferentes componentes em sua composição, como água, areia, argila, ar e matéria orgânica e a proporção e a estrutura como estes estão organizados. O químico seria seus nutrientes e pH, basicamente. O biológico, que indica sua vida propriamente dita, são a fauna e microfauna presente no solo, composta por bactérias, fungos, minhocas, insetos, ácaros, algas, moluscos, etc. Neste artigo trataremos principalmente da parte física e um pouco da porção biológica do solo.

Para sabermos a constituição física de nosso solo existem diversos te**es. Um solo arenoso é fácil de ser trabalhado, as ferramentas como enxada e enxadão penetram facilmente neste solo. Ele também é muito fácil de fertilizar com compostos orgânicos e adubos químicos. No entanto, é um solo que se empobrece mais rapidamente porque os nutrientes são mais facilmente carregados pela água das chuvas e das regas. É um tipo de solo ideal para diversas hortaliças, principalmente as cenouras, beterrabas, mandiocas e outras que colhemos as raízes. Os solos argilosos são mais difíceis de serem trabalhados, pois a terra gruda nas ferramentas. É um solo mais compacto, menos arejado e a água tem dificuldade em penetrar e escoar. A textura ideal de solo, para a maioria das plantas, é um solo arenoso-argiloso, que teria uma constituição de textura média, capaz de ser trabalhado, de reter nutrientes e água.

Como fazer o teste de solo

Para sabermos a constituição do nosso solo, podemos usar uma ferramenta, como uma pequena pá. Cave um buraco com 20 cm de profundidade, colha esta terra e coloque numa garrafa branca transparente. O ideal seria uma garrafa de vidro, mas na falta desta pode-se usar uma garrafa pet branca. Complete com água e agite bem, para misturar e dissolver bem os torrões. Deixe descansar por um período de 2 horas, para que todo material assente. Depois deste tempo, você vai notar diversas camadas diferentes. Na parte debaixo f**arão as areias, que são partículas mais pesadas e maiores. No meio f**arão as argilas e em cima, deverá f**ar uma fina camada preta, que seria a matéria orgânica. Esta camada de húmus ou matéria orgânica poderá até não existir, dependendo da riqueza biológica de seu solo. Na superfície poderá f**ar, se houver, matéria orgânica não decomposta, como algum pedaço de folha ou pequenos pedaços de galhos, palha, etc.

Encha a garrafa até um pouco menos da metade. Foto de Sinval.
O tamanho de cada uma destas camadas é que vai definir seu tipo de solo. Se houver mais de 85% de areia, será um solo arenoso. Com 70% de areia, o solo será arenoso-argiloso, e com menos de 60% de areia, será argiloso. A camada preta de húmus, como já disse acima, poderá até não existir, mas se você notar uma camada preta de cerca de 5 a 7%, considere-se um felizardo.

Uma outra forma de analisar o solo é sujando as mãos. Pegue uma porção da terra úmida e amasse nas mãos. Aperte bem este punhado de terra, inclusive batendo. Se suas mãos f**aram sujas, seu solo é argiloso. Se suas mãos f**aram limpas, e sentiu inclusive os grãos de areia, seu solo é arenoso. O meio termo, seria um solo arenoso-argiloso. Este método é mais subjetivo que o primeiro e exige um pouquinho mais de prática para acertar.
Exemplo de um solo mais arenoso que argiloso e com baixa quantidade de matéria orgânica.

Ao contrário do que muitos pensam, a melhor forma de corrigir um solo arenoso não é adicionar-lhe argila. Da mesma forma, de nada adianta adicionar areia a um solo argiloso. Em ambos os casos, a textura, a porosidade, a fertilidade e o arejamento do solo podem ser melhorados com a adição de matéria orgânica. Eis aí o segredo de um jardim bonito, uma horta produtiva e um pomar frondoso em qualquer tipo de solo. A escolha das espécies mais adaptadas ao seu tipo de solo também é fundamental para o sucesso.

Para um jardim, com gramados e plantas ornamentais, o melhor seria um solo arenoso-argiloso ou arenoso. Vejo muitos insucessos em gramados devido o preparo do solo. Conhecendo o tipo de solo, f**a bem mais fácil prepara-lo.

Já para as hortas, o ideal seria um solo mais arenoso, bem trabalhado com matéria orgânica. Como a drenagem da água é maior neste tipo de solo, o uso de matéria orgânica é indispensável. Consumir hortaliças de nossa própria horta, além de prazeroso, nos dá a certeza de estarmos levando à nossa mesa um produto saudável, com excelente qualidade biológica. Boas colheitas!

Foto de Sinval.

Fonte: http://www.jardineiro.net/conheca-seu-solo.html

Plantas de InterioresMesmo num pequeno apartamento ou num cantinho do escritório, é possível, de maneira simples e sem m...
10/02/2017

Plantas de Interiores

Mesmo num pequeno apartamento ou num cantinho do escritório, é possível, de maneira simples e sem maiores despesas, o cultivo de plantas. Tudo o que você precisa fazer é escolher as que se adaptem às condições que o local tem a oferecer.

Devemos lembrar que elas terão de suportar um nível de luminosidade inferior ao que recebem no ambiente natural, contar com menos umidade e ter espaço reduzido para suas raízes (visto que serão cultivadas geralmente em vasos e jardineiras).

Podemos fazer uma classif**ação simplif**ada das espécies, de acordo com o nível de luminosidade. Se o vaso ou jardineira estiver próximo à janela poderá ser classif**ado com ensolarado (se estiver na face norte), meia-sombra (nas faces leste ou oeste) ou sombreado (na face sul).

Drenagem de Vasos

A irrigação segue a mesma regra das plantas que estão ao ar livre. As regas não deverão ser mais espaçadas do que requer cada espécie, nem mais abundantes do que ela necessita, porque isso pode ocasionar o apodrecimento das raízes. É aí que temos que tomar um cuidado muito importante com relação à drenagem dos vasos e jardineiras, utilizando no fundo dos mesmos, argila expandida ou cacos de cerâmica, antes da colocação da terra, evitando assim o acúmulo de água nas raízes.
Plantas de Pleno Sol

Necessitam de 04 horas diárias de sol direto:

Ixora (Ixora ssp);
Buxinho (Buxus sempervirens);
Azaléia (Rhododrendon spp);
Onze-Horas (Portulaca ssp);
Gerânio (Pelargonium ssp),

Entre outras, estes são apenas alguns exemplos, pois a lista é extensa.

Plantas de Meia-Sombra

Não recebem sol direto em nenhuma parte do dia, no entanto, precisam de pelo menos 04 horas diárias de luz indireta:

Violeta-Africana (Saintpaulia ionantha);
Antúrio (Anthurium andreanum);
Peixinho (Nematanthus spp);
Lírio-da-Paz (Spathiphyllum wallisi);
Cheflera (Schefflera arboricola);
Begônia (Begonia ssp), entre outras.

Plantas de Sombra

Recebem apenas luz difusa, entre 04 e 06 horas por dia, sem sol ou claridade direta:

Jibóia (Epipremnum pinnatum);
Palmeira-Ráfis (Rhapis excelsa);
Singônio (Singonium angustatum);
Café-de-Salão (Aglaonema ssp).

Bromélias são um bom recurso para ter cor num espaço de pouco sol. Aqui tem painéis de vários tipos de bromélias
26/01/2017

Bromélias são um bom recurso para ter cor num espaço de pouco sol. Aqui tem painéis de vários tipos de bromélias

A cor azul, segundo a teoria das cores, é uma das cores primárias assim como o amarelo e o vermelho. Suas cores suplemen...
12/09/2016

A cor azul, segundo a teoria das cores, é uma das cores primárias assim como o amarelo e o vermelho. Suas cores suplementares no disco são o verde e o violeta, ambas as combinações do azul com o amarelo e o vermelho, respectivamente. Seu oposto complementar é o laranja e suas gamas encadeadas que vão do amarelo escuro ao quase vermelho. Mas o que interessa isto para quem planeja o jardim, como aplicar este antigo conhecimento escolar nas plantas?

http://www.jardineiro.net/o-jardim-em-azul.html

Tenha o costume de aproveitar o trânsito de Buenos aires para acompanhar o desenvolvimento das espécies urbanas. Entre u...
30/06/2016

Tenha o costume de aproveitar o trânsito de Buenos aires para acompanhar o desenvolvimento das espécies urbanas. Entre um semáforo e outro e um acelera e para, fico de olho nas árvores que pontuam o meu caminho. Há mudanças signif**ativas, como o florescimento de espécies ou o cair das folhas no outono. É lógico que essas alterações não acontecem tão rápido como no vídeo que você pode ver a seguir. O fotógrafo americano Jamie Scott escolheu 15 pontos do Central Park para filmar durante seis meses, entre agosto de 2011 e janeiro de 2012, no outono nova-iorquino, sempre após o pôr do sol. Repare na mudança de cor, nos volumes, e na paisagem conforme os dias passam.

Assistam!

For licensing and footage enquiries about this project and other time lapse projects please email me at [email protected]. One of the most striking things…

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Telefone

995869731

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