26/05/2026
Hemoterapia exige rastreabilidade antes, durante e depois da transfusão.
E esse desafio não está apenas na coleta ou no estoque.
Ele está na continuidade da informação entre todas as etapas do ciclo do sangue.
O Brasil possui milhares de serviços de hemoterapia distribuídos entre hemocentros, bancos de sangue e agências transfusionais. Enquanto grandes hemocentros já operam com estruturas informatizadas, muitas rotinas transfusionais ainda dependem de controles paralelos, registros manuais e informações dispersas entre setores.
Quando cadastro, triagem, coleta, exames, estoque, expedição e transfusão não operam conectados, a instituição perde visibilidade justamente onde mais precisa de precisão.
Na prática, isso impacta:
• rastreabilidade de bolsas e hemocomponentes;
• validações técnicas;
• controle de validade e movimentações;
• histórico transfusional;
• capacidade de resposta da equipe;
• continuidade da informação para decisão técnica e gerencial.
Foi para organizar essa lógica operacional que o RealBlood foi desenvolvido.
Uma estrutura web para hemocentros, bancos de sangue e agências transfusionais que conecta doadores, bolsas, exames, estoque, transfusão e histórico do paciente em uma base integrada e rastreável.
Porque segurança transfusional depende de informações que continuam válidas do primeiro cadastro do doador até a transfusão.
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