CNQ - Confederação Nacional do Ramo Químico

CNQ - Confederação Nacional do Ramo Químico CNQ-CUT - Confederação Nacional do Ramo Químico Reúne 81 entidades CUTistas filiadas. Esse total concentra 77 sindicatos e 4 federações.

A CNQ-CUT (Confederação Nacional do Ramo Químico) representa 350 mil trabalhadores dos seguintes setores:
● Adubos, fertilizantes e defensivos agrícolas;
● Borracha e artefatos;
● Farmacêuticos;
● Higiene pessoal, perfumaria e cosméticos;
● Minérios;
● Papel, papelão, artefatos e celulose;
● Petróleo, petroquímico, químico;
● Sabões, detergentes e produtos de limpeza;
● Tintas, esmaltes e vernizes;
● Transformados plásticos;
● Vidros e cerâmica.

⚠️ A luta pelo fim da escala 6x1 entrou em uma nova fase - e a pressão precisa continuar.Depois da aprovação, em dois tu...
29/05/2026

⚠️ A luta pelo fim da escala 6x1 entrou em uma nova fase - e a pressão precisa continuar.

Depois da aprovação, em dois turnos na Câmara dos Deputados, da proposta que reduz a jornada para 40 horas semanais e garante dois dias de descanso, setores da direita e da extrema direita articulam uma reação no Senado.

Uma PEC alternativa apresentada pelo senador bolsonarista Rogério Marinho (PL-RN) já foi encaminhada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para análise na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Entre outros pontos, a proposta abre caminho para a ampliação da contratação por hora trabalhada e privilegia mecanismos de negociação individual entre trabalhador e empregador.

Na prática, isso aumenta a precarização das relações de trabalho e enfraquecer a proteção coletiva.

O que está em disputa não é apenas o fim da escala 6x1, mas também qual modelo de trabalho o Brasil pretende construir para o futuro.

📢 O avanço conquistado até aqui foi resultado direto da mobilização popular, da pressão dos trabalhadores e das manifestações que tomaram as ruas e as redes em todo o país.

👊🏼 Reduzir a jornada significa defender saúde, tempo de vida, convivência familiar e dignidade para milhões de trabalhadores e trabalhadoras.

Por isso, a mobilização precisa seguir firme no Congresso, nos locais de trabalho, nas ruas e nas redes.

✊🏾 O fim da escala 6x1 continua dependendo da força da organização da classe trabalhadora.

28/05/2026

✊🏾🚩 VITÓRIA!

Histórica a aprovação por 472 a 22 votos do fim da escala 6x1!

Depois da Câmara dos Deputados, a batalha segue no Senado... e esse passo tão importante só foi dado graças à mobilização e à unidade de toda a classe trabalhadora organizada!

👊🏾 Pra cima!!!

27/05/2026

✊🏾 Primeira vitória desse dia histórico: por 35 votos a 3, a Comissão Especial aprovou a PEC do fim da escala 6x1 e redução da jornada de trabalho !

👊🏾 O Ramo Químico segue acompanhamento a movimentação na Câmara dos Deputados porque agora a luta vai ser no plenário!

27/05/2026

✊🏾 O Ramo Químico está no Congresso Nacional, mobilizado na pressão pela aprovação do fim da escala 6x1, com redução de jornada sem redução de salário.

A extrema direita ainda tenta desconfigurar a iniciativa, que precisa ser aprovada na Comissão Especial e no Plenário da Câmara dos Deputados, antes de seguir ao Senado Federal.

👊🏾 Essa é uma luta de todos os trabalhadores e trabalhadoras!

🌎🏭 Indústria global, desafios locais e organização sindical em debate na sede da CNQA sede da CNQ-CUT recebeu reunião da...
20/05/2026

🌎🏭 Indústria global, desafios locais e organização sindical em debate na sede da CNQ

A sede da CNQ-CUT recebeu reunião da IndustriALL Global Union com representantes das entidades do Ramo Químico afiliadas no Brasil para discutir o cenário internacional da indústria e os desafios enfrentados pelos trabalhadores em diferentes setores.

Pela IndustriALL participaram os dirigentes Atle Høie, Kemal Özkan e Marino Vani, além da integrante do Comitê Executivo da entidade na América Latina, Lu Varjão, trazendo uma análise da conjuntura mundial marcada por disputas econômicas, reestruturação produtiva, transição energética e impactos sobre o trabalho.

Já as entidades brasileiras apresentaram as realidades e desafios dos setores químico, petroquímico, petróleo e energia no país, além das perspectivas para organização sindical diante das mudanças no mundo do trabalho.

Participaram dirigentes da CNQ, incluindo o presidente Geralcino Teixeira, e os secretários Edielson Souza (Relações de Trabalho) e Francisco Salles Vieira (Formação); da CUT São Paulo, com o presidente Raimundo Suzart; além de representantes da FETQUIM, Químicos do ABC, Químicos de São Paulo, Sindipetro-SP e entidades filiadas à Força Sindical que também integram a IndustriALL.

🗣️ “O mundo do trabalho está mudando rapidamente e o sindicalismo precisa fortalecer ainda mais sua articulação internacional para defender empregos, direitos e soberania industrial”, destacou Geralcino.

📢 Em um setor cada vez mais globalizado, fortalecer a unidade entre trabalhadores de diferentes países também virou uma necessidade estratégica.

Sindical

🌱✊ A luta contra o fechamento das FAFENs agora se transforma em retomada da produção nacional de fertilizantesA Petrobra...
18/05/2026

🌱✊ A luta contra o fechamento das FAFENs agora se transforma em retomada da produção nacional de fertilizantes

A Petrobras anunciou, na Bahia, o avanço do plano que prevê que o Brasil passe a produzir, até 2029, cerca de 35% da demanda interna de fertilizantes nitrogenados por meio da estatal.

O anúncio ocorreu em agenda com participação do presidente Lula, dirigentes sindicais e trabalhadores dos setores petroleiro e petroquímico - categorias que resistiram ao desmonte, denunciaram os impactos dos fechamentos e mantiveram viva a defesa das fábricas.

O projeto envolve a retomada da FAFEN-PR, em Araucária, que já voltou a operar, além da reativação das unidades da Bahia e de Sergipe, e da conclusão da fábrica de fertilizantes em Mato Grosso do Sul.

Para a CNQ, o avanço mostra que a mobilização sindical estava certa ao defender que fertilizantes são questão estratégica para o país - não apenas para gerar empregos, mas para reduzir a dependência internacional e fortalecer a soberania produtiva brasileira. O tópico se tornou ainda mais sensível no início da guerra entre Rússia e Ucrânia.

📢 O Brasil voltou a discutir indústria, produção nacional e planejamento de longo prazo. E isso também é resultado da luta dos trabalhadores e trabalhadoras, mas ainda há muito o que se conquistar. Por isso, a mobilização e a luta são permanentes!



Fotos: SEAUD/PR
Com informações da

✊🏽 O debate sobre o fim da escala 6x1 e a redução da jornada ganhou ainda mais força nesta semana, dentro e fora do Cong...
15/05/2026

✊🏽 O debate sobre o fim da escala 6x1 e a redução da jornada ganhou ainda mais força nesta semana, dentro e fora do Congresso.

👊🏻 Dirigentes do Ramo Químico da CUT participaram da audiência pública realizada em São Paulo sobre a redução da jornada de trabalho, em um momento decisivo da mobilização nacional pela pauta.

✅️ A atividade aconteceu justamente quando governo federal e lideranças da Câmara dos Deputados avançaram em um acordo que prevê o fim da escala 6x1, jornada semanal de 40 horas e dois dias de descanso remunerado, sem redução salarial.

🚩 Para o movimento sindical, o debate vai muito além de números.

👷‍♀️ Trata-se de saúde, convivência familiar, tempo de vida e combate ao adoecimento físico e mental provocado pelas jornadas exaustivas.

‼️ O Ramo Químico vem acompanhando e pressionando para que a proposta avance com participação dos trabalhadores e trabalhadoras, e fortalecimento da negociação coletiva, considerando as diferentes realidades dos setores industriais.

📢 O avanço das discussões mostra que a pressão das ruas, dos sindicatos e da classe trabalhadora colocou a redução da jornada no centro do debate político nacional.

⛏️ O avanço da disputa global pelos chamados minerais críticos - usados em baterias, energia e tecnologia - esteve no ce...
14/05/2026

⛏️ O avanço da disputa global pelos chamados minerais críticos - usados em baterias, energia e tecnologia - esteve no centro do Seminário Nacional sobre Minerais Críticos e Transição Energética, realizado na sede do Sindiquímica Bahia, em Salvador.

O encontro reuniu dirigentes sindicais e pesquisadores para discutir os impactos da transição energética sobre a indústria, os territórios e o trabalho, em um momento em que o Brasil ganha importância estratégica no cenário mineral internacional.

A escolha da Bahia para sediar o debate não foi por acaso. O estado lidera a pesquisa mineral no Nordeste e concentra reservas importantes de minerais como cobre, níquel, grafita e vanádio.

Paralelamente ao debate geopolítico e industrial, a atividade também avançou em outra frente: a construção de propostas de salvaguardas para trabalhadores da mineração, que serão sistematizadas e entregues ao Governo Federal.

Entre os temas debatidos estão saúde e segurança, direitos trabalhistas, impactos ambientais, qualificação profissional e desenvolvimento dos territórios atingidos pela atividade mineral.

A atividade foi organizada pela Secretaria de Políticas Sociais e Direitos Humanos da CUT Nacional, pela CNQ, Sindimina Sergipe

Pela CNQ, participaram o presidente Geralcino Teixeira, o secretário do Setorial Mineração, Álvaro Alves, e os dirigentes Bete Sacramento, Josué Pereira, Maicon Borges, Paulo Souza, Reinan Araújo e Thiago Rios.

O encontro também contou com a presença do secretário-geral da CUT Nacional, Renato Zulato, do presidente da FITEM, Luismar Souza, além de dirigentes do Ramo Químico da Bahia, sindicatos da mineração de outros estados e das estaduais da CUT Bahia, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Norte e São Paulo.

📢 O movimento sindical defende que o debate sobre o futuro mineral do Brasil também precisa considerar quem trabalha no setor e vive os impactos da mineração nos territórios.

13/05/2026

🚨 BOLSOMASTER

A revelação de que o banqueiro Daniel Vorcaro teria financiado com dezenas de milhões de reais um filme sobre Jair Bolsonaro, enquanto Flávio Bolsonaro cobrava diretamente os repasses, escancara mais uma vez a relação promíscua entre setores da extrema direita e grandes interesses econômicos - incluindo o escândalo do Banco Master.

A apuração do The Intercept Brasil mostra um bastidor onde empresários bilionários, operadores financeiros e figuras centrais do bolsonarismo se articulam longe do discurso “antissistema” vendido para parte da população.

Enquanto trabalhadores enfrentam arrocho, escala 6x1, juros altos e precarização, milhões circulam para construir propaganda política travestida de produção cinematográfica. A troco de quê

A CNQ reafirma a importância do jornalismo investigativo e dá crédito ao trabalho do The Intercept Brasil pela divulgação das informações e documentos que trouxeram o caso à tona.

Democracia exige transparência. E o Brasil precisa saber quem financia projetos de poder da extrema direita e quais interesses estão por trás dessas relações.

10/05/2026

Para o Dia das Mães, a sabedoria e a emoção da Maria Luiza... que, mesmo tão cedo, já sabe e sente o peso da jornada de trabalho que priva de momentos que deveriam ser colecionados como inesquecíveis...

Muitas mamães não poderão estar com seus filhos e filhas neste domingo porque estarão trabalhando.

Que seja um dia de abraços, de presença, mas também de reflexão e fortalecimento da convicção de que, por esse e tantos outros motivos, a escala 6x1 tem que acabar, e esse fim deve ser acompanhado da redução de jornada sem redução de salário.

A fixação da jornada de 40 horas semanais e do modelo de escala 5x2 para trabalhadores da Vale em todo o Brasil é mais u...
09/05/2026

A fixação da jornada de 40 horas semanais e do modelo de escala 5x2 para trabalhadores da Vale em todo o Brasil é mais uma demonstração de que direito se conquista com organização, mobilização e negociação coletiva - e não com discursos de medo espalhados contra o fim da escala 6x1.

O acordo foi assinado pelo presidente do Sindicato METABASE Itabira, André Viana, com participação do presidente da CUT Minas Gerais, Jairo Nogueira, e mediação da Superintendência Regional do Ministério do Trabalho, por meio do superintendente Carlos Calazans, mostrando a importância do diálogo social para avançar em qualidade de vida e condições dignas de trabalho.

Enquanto setores empresariais insistem em dizer que reduzir jornada “vai quebrar o país”, a realidade mostra outro caminho: empresas seguem produzindo, trabalhadores ganham mais qualidade de vida e o debate sobre o fim da escala 6x1 avança no Brasil.

🚨 O que quebra o país é trabalhador adoecido, exausto e sem tempo de viver.

👊🏻 A luta agora é para que essa conquista avance para mais categorias, mais empresas, inclusive as terceirizadas que prestam serviços para a Vale, fortalecendo a pauta nacional da redução da jornada sem redução salarial.

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