Solar Pesquisas de História

Solar Pesquisas de História A Solar Pesquisas de História é um escritório que oferece serviços de pesquisas de história e desenvolve projetos culturais e de memória.

A Solar Pesquisas de História foi fundada em 1997 para oferecer serviços de pesquisa de História e de organização de projetos de memória, de organização arquivística e de museologia.

À frente da Solar, a historiadora Solange Peirão dirige sua equipe de profissionais especializados, com a experiência de mais de trinta anos de trabalho em educação e pesquisa, dez dos quais na direção da antiga Ícon

e Pesquisas de História. Atendendo a diferentes áreas das empresas e instituições, os trabalhos da Solar constituem-se em ferramentas de gestão e apoiam inúmeras atividades relacionadas à informação, à identidade das marcas e à imagem corporativa. Este último aspecto é também alcançado com o desenvolvimento de pesquisas sobre temas de interesse social e cultural, cujo patrocínio seja conveniente às empresas.

Claro que o vínculo do Jazz com essa história toda é muito legal. Ou trágico, melhor. Mas a ONU, como o palco dos enfren...
08/10/2025

Claro que o vínculo do Jazz com essa história toda é muito legal. Ou trágico, melhor. Mas a ONU, como o palco dos enfrentamentos durante a Guerra Fria, é um grande destaque no documentário. Em um momento de revisão necessária urgente da instituição, quando todos estão “passados” com sua paralisia mórbida, diante do genocídio em Gaza.

Trilha sonora para um Golpe de Estado
Por Solange Peirão

Comentário sobre o documentário dirigido por Johan Grimonprez.

https://aterraeredonda.com.br/trilha-sonora-para-um-golpe-de-estado-2/

28/09/2025

'Trilha sonora para um Golpe de Estado' impressiona pela diversidade das fontes documentais: imprensa, filmes jornalísticos

23/10/2024
LUIZA ERUNDINASe tá difícil sonhar com o presente, sonhe com o passado. Luiza Erundina, essa gigante! Se Paulo Freire nã...
17/10/2024

LUIZA ERUNDINA

Se tá difícil sonhar com o presente, sonhe com o passado. Luiza Erundina, essa gigante!
Se Paulo Freire não consegue embrulhar consciência de classe pra presente, ela manda entregar na sua casa.
Baita aula de História e Memória!

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04/09/2024
EMPREGADAS DOMÉSTICASO Jornal GGN publicou antigo texto meu em que relaciono minha pesquisa acadêmica (e minha antiga mi...
27/04/2024

EMPREGADAS DOMÉSTICAS

O Jornal GGN publicou antigo texto meu em que relaciono minha pesquisa acadêmica (e minha antiga militância), e o filme “Que horas ela volta? “de Anna Mulayert. Li recentemente o ótimo texto de Ivana Bentes em A Terra É Redonda, sobre o filme “A paixão segundo G.H.”, bela complementação do meu texto, que reproduzo abaixo.
Esse tema, enfim, sempre me sensibiliza. Embora as mudanças nas condições e relações de trabalho entre patroas e empregadas (uso o feminino porque é essencialmente uma questão entre mulheres) tenham mudado bastante, nas duas últimas décadas, a essência permanece.
Por isso ainda sinto certa amargura na alma, ao ler o bonito texto de Ivana Bentes (vide em A terra é redonda, 23/04/2024), comentando o filme “A paixão segundo G.H.”, de Luiz Fernando Carvalho, a partir de texto homônimo de Clarice Lispector:

“No quarto de Janair

Uma chave é entregue a G.H. pela empregada negra que vai embora, que abandona a casa elegante. Na entrada do quarto de serviço, o quarto de empregada, vemos colada uma pequena bandeira do Brasil.
O quarto despojado contrasta com todo o apartamento suntuoso, decorado com obras de arte. O quarto é cárcere: um armário e um colchão puído enrolado sobre um estrado de cama/catre. Estamos em Casa grande e senzala mais uma vez, narrativa atualizada nos apartamentos das classes médias e altas e nas formas assujeitantes dos serviços domésticos. Ao mesmo tempo G.H. entende que de dentro do quarto da empregada ela foi vista nos seus privilégios, na sua vida indiferente, na sua branquitude.
O filme fala do olhar: quem olha, de onde olha, quem me vê, como me vejo, o que vejo quando olho a empregada, a barata, o que vejo quando me olho.”

Lenira Maria de Carvalho (1932-2021) é esta doméstica que permaneceu na profissão por mais de cinquenta anos, e que faz um longo relato O post Dia Nacional da Empregada Doméstica, por Solange Peirão apareceu primeiro em Jornal GGN.

HOMENAGEM A EDUARDO COUTINHO – Há 10 anos, o cinema brasileiro perdia um de seus grandes gênios. Para honrar a memória d...
10/04/2024

HOMENAGEM A EDUARDO COUTINHO – Há 10 anos, o cinema brasileiro perdia um de seus grandes gênios. Para honrar a memória de Eduardo Coutinho, o 50º Festival Sesc Melhores promove nesta quarta-feira, 10/4, uma homenagem ao cineasta com diversas atividades.

Às 19h, todos e todas estão convidadas para participar da seção Conversas intitulada “Jogos de Cena: 10 Anos sem Coutinho”. O encontro será no saguão do CineSesc e vai contar com a presença de profissionais do audiovisual que já trabalharam com Coutinho, como a montadora Jordana Berg e os cineastas Carlos Nader e Allan Ribeiro.

Na Faixa Histórica, será exibido às 18h o documentário “Jogo de Cena”, escolhido pela crítica como Melhor Filme Nacional no Festival Sesc Melhores Filmes em 2008. O filme reúne em um estúdio 23 mulheres que contam suas histórias de vida e intercala com a participação de atrizes que interpretaram, a seu modo, as mesmas histórias. Entre elas, estão Fernanda Torres, Marília Pêra e Andréa Beltrão.

Às 20h30, a sessão é dupla. O diretor Allan Ribeiro apresenta o seu curta-metragem “Eu Fui Assistente do Eduardo Coutinho”, e na sequência, será exibido “Cabra Marcado Para Morrer” (1984), um dos grandes clássicos da cinematografia brasileira.

🎫Grátis. Retirada de ingressos acontece na bilheteria 1 hora antes da exibição.

Para quem quiser conhecer mais sobre o homenageado, a plataforma Sesc Digital disponibiliza gratuitamente o documentário “Eduardo Coutinho, 7 de Outubro”, de Carlos Nader. No filme, o cineasta fala sobre o seu processo de criação, utilizando o chamado método "coutiniano". Para assistir, acesse sescsp.org.br/cinemaemcasa.

Em Cabra marcado para Morrer, o desafio de Eduardo Coutinho vai além, na verdade. Porque há um filme dentro de outro filme O post Cabras marcados, por Solange Peirão apareceu primeiro em Jornal GGN.

05/04/2024

Em Cabra marcado para Morrer, o desafio de Eduardo Coutinho vai além, na verdade. Porque há um filme dentro de outro filme O post Cabras marcados, por Solange Peirão apareceu primeiro em Jornal GGN.

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