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CNTQ Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico - CNTQ

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CNTQ – Confederação Nacional dos Trabalhadores Químicos

Respeito à liberdade de organização

Lideranças sindicais do ramo químico de todo o Brasil estiveram em São Paulo participaram no dia 15 de setembro de 2006 para o Congresso de Fundação da CNTQ, a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico. A solenidade de fundação foi realizada na quadra do sindicato dos bancários, na cidade de São Paulo, região próxima ao centro. Foram mais de 1.300 dirigentes de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Pernambuco e Minas Gerais, participaram do congresso, com destaque para os diretores de Sindicatos filiados à Fequimfar, à Secretaria Nacional dos Setores Químicos da Força Sindical (SNQ), lideranças da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado do Rio Grande do Sul, que não estava filiada a nenhuma central, e da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado do Rio de Janeiro, filiada à CUT e a CNQ–CUT. Ao todo, as três Federações que decidiram fundar a nova entidade, que na ocasião representavam mais de 647.531 mil trabalhadores no País. Danilo Pereira da Silva, que era o presidente da Federação dos Químicos de São Paulo, presidiu a mesa de abertura que teve a presença de Aurélio Antonio de Medeiros (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado do Rio de Janeiro), Orlando Machado Salvador (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado do Rio Grande do Sul), Sergio Luiz Leite, secretário geral da Fequimfar, João Carlos Gonçalves, na ocasião, presidente em exercício da Força Sindical, Edílson de Paula, presidente da CUT Estadual, Carlos Janta (FS – RS), Sergio Novaes, da ICEM, Aparecido Donizete da Silva, coordenador da CNQ-CUT, José Calixto Ramos, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias (CNTI), João Inocentini, presidente do Sindnapi, Eunice Cabral, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias Têxteis, Geraldino dos Santos Filho, secretário de assuntos sindicais da Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos, Luciano Martins Lourenço, coordenador nacional da SNQ, Arthur Bueno, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria de Alimentação e Afins, Paulo Antonio Lage, diretor do Sindicato dos Químicos do ABC e Adi dos Santos, diretor da Federação dos Trabalhadores Metalúrgicos da CUT. Depois que a mesa foi composta, os três presidentes das entidades que deram origem à CNTQ aprovaram a proposta estatutária que vai reger a Confederação nos próximos anos. Sergio Luiz Leite, que na ocasião era o secretário geral da Fequimfar, participou de todo o processo de elaboração do documento e da idealização da nova Confederação, lembrou que a fundação da CNTQ atendeu a uma série de anseios e reivindicações dos trabalhadores do setor, “Nossa meta é de que as demandas da categoria sejam discutidas mais de perto, implantando e incentivando novas posturas e ações de cunho nacional, que possam resultar em avanços nas questões trabalhistas e sociais”, considerou Sergio. Diretoria eleita

Os três presidentes também se manifestaram a favor da primeira diretoria da Confederação, que foi composta por 42 membros e aclamada por toda a assembléia. Antonio Silvan Oliveira, presidente do STI Guarulhos e secretário de meio ambiente da Força Sindical, foi escolhido para presidir a CNTQ, na época declarou, “Chegou a vez da nossa organização nacional. Após vários entendimentos com o setor químico pelo Brasil, criamos a nossa Confederação, com a meta de fortalecer os trabalhadores”. Na ociasião, Antonio Silvan também destacou a presença do presidente da CNTI, José Calixto Ramos, que deu posse aos diretores eleitos. “A presença do Calixto nesta mesa representa o respeito e a compreensão da entidade com a nossa decisão e também todo o nosso agradecimento e vontade de parceria que, a partir de agora, será fundamental”, afirmou.

“Já superamos o desafio de reunir todas as representações sindicais que mesmo com pensamentos divergentes, têm seriedade, respeito e conduzem um processo buscando sempre um ponto de equilíbrio, e esse é o espírito da nossa entidade”, disse Silvan. Calixto firmou total apoio à nova Confederação, garantindo que, independente das divergências, vai procurar exercer um trabalho em conjunto com a CNTQ. Separação da CNTI

A CNTQ terá como principal missão fortalecer os trabalhadores brasileiros, “desenvolvendo um trabalho sério e transparente”, ressaltou Silvan. Durante o evento, o presidente fez questão de dizer que a criação da Confederação não pode ser encarada como o início de divergências com a CNTI. Sergio Luiz Leite completou, dizendo que a CNTI é uma entidade eclética, mas que não tem condições de atender às questões específicas de cada segmento. Em discurso, Calixto destacou que o setor químico sempre teve uma identidade própria, sendo que o desligamento da CNTI já era esperado. “O trabalho que foi consumado aqui tem uma história que respeita os interesses alheios, por isso não podemos atropelar o que já foi conquistado e continuar na luta pelos trabalhadores”, conclui. João Batista Inocentini, presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados e Eunice Cabral, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias Têxtil, Vestuário, Couro e Calçados, estiveram presentes no evento e fizeram uma análise sobre a história do País, afirmando que as transformações no movimento sindical têm contribuído para as mudanças no Brasil. “A unidade das centrais sindicais, que mesmo com ideais diferentes lutam pelo bem estar do trabalhador faz com que o sindicalismo fique mais combativo”, constata Inocentini. Objetivos comuns

Fruto de discussões no Fórum Nacional do Trabalho, a CNTQ nasceu com bandeiras de luta referentes à implantação de uma jornada de trabalho nacional, piso salarial nacional, desenvolvimento de plano de ação na área de segurança do trabalho e meio ambiente, e direito à aposentadoria especial aos empregados das indústrias químicas. Em sua fala, o presidente da Fequimfar destacou a CNTQ como entidade representativa na consolidação do setor químico no Brasil. “O cenário sindical contribuiu com a criação de confederações, para que as conquistas fossem estendidas numa escala nacional. Danilo ressaltou que a CNTQ segue uma linha mais democrática, com uma política mais próxima dos sindicatos e das federações. “Acredito que o próximo passo seja trabalhar para que setores como o papeleiro, brinquedos e instrumentos musicais e vidreiros possam fazer parte dos ramos químicos representados pela CNTQ”, ressalta. Categorias representadas

As categorias representadas pela Confederação Nacional dos Trabalhadores Químicos (CNTQ) estão distribuídas nos seguintes ramos de atividade:

Indústrias Químicas para fins industriais
Produtos Farmacêuticos
Preparação de Óleos Vegetais e Animais
Perfumaria e Artigos de Toucador
Resinas Sintéticas
Sabão e Velas
Fabricação do Álcool
Explosivos
Tintas e Vernizes
Fósforos
Adubos e Corretivos Agrícolas
Defensivos Agrícolas
Destilação e Refinação de Petróleo
Tinturaria
Material Plástico (inclusive da Produção de laminados plásticos)
Matérias Primas para Inseticidas e Fertilizantes
Abrasivos
Álcalis
Petroquímica
Lápis, Canetas e Material de Escritório
Defensivos Animais
Re-refino de óleos Minerais
Produtos para Limpeza

_______________________________________________

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13/12/2020
https://www.youtube.com/watch?v=rskCRZmi04w
17/11/2020

https://www.youtube.com/watch?v=rskCRZmi04w

Acompanhe o lançamento da IndustriALL Brasil. IndustriALL Brasil unificará as discussões e ações sobre política industrial das entidades dos trabalhadores na...

FEQUIMFAR e CNTQ cobram medidas da IMBEL na proteção à saúde dos trabalhadores*Imprensa FEQUIMFARFEQUIMFAR (Federação do...
25/03/2020

FEQUIMFAR e CNTQ cobram medidas da IMBEL na proteção à saúde dos trabalhadores

*Imprensa FEQUIMFAR

FEQUIMFAR (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas no estado de SP, entidade filiada à Força Sindical) e CNTQ (Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico) cobram medidas da IMBEL na proteção à saúde dos trabalhadores

Nesse momento em que essencial é preservar a saúde, a vida dos trabalhadores e seus familiares, a divulgação da Portaria nº 158 DRADM/2020 pela Indústria de Material Bélico do Brasil (IMBEL), empresa vinculada ao Ministério da Defesa, se mostra completamente contraditória.

O documento determina que é responsabilidade dos Chefes de Unidade de Produção/Gabinete a implementação de medidas temporárias com o intuito de evitar a contaminação de Empregados, Aprendizes ou Militares da IMBEL pelo Covid-19.

Portanto, medidas como Licença Remunerada, teletrabalho e a flexibilização dos horários de entrada e saída dependerão, única e exclusivamente, da Chefia de Produção.

A vida de cerca de 400 trabalhadores das áreas de produção e manutenção está colocada em risco, devido à falta de coerência entre o discurso e a prática da IMBEL com relação à Declaração de Emergência em Saúde Pública de Importância Internacional pela Organização Mundial de Saúde – OMS em 30/01/2020 e pela declaração de pandemia em 11/03/2020.

Portanto, solicitamos imediata intervenção da IMBEL para que medidas efetivas de proteção à saúde dos trabalhadores e comunidade sejam desenvolvidas, tais como: férias coletivas, banco de horas emergencial, licença remunerada, jornada de trabalho reduzida, flexibilização e adequação de horários de entrada, saída e refeições, turnos de trabalho, bem como acompanhamento intensivo da saúde e segurança dos trabalhadores, identificando trabalhadores no Grupo de Risco, além de fornecimento de materiais para higiene e cuidado sanitários.

Todos unidos na prevenção ao contágio!

Sergio Luiz Leite, presidente
FEQUIMFAR (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas no Estado de SP)

Antonio Silvan Oliveira, presidente
CNTQ (Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico)
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*Imprensa FEQUIMFARFEQUIMFAR (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas no estado de SP, entidade filiada à Força Sindical) e CNTQ (Confederação Nacional dos Tr

EMS e Einstein devem iniciar te**es de medicamento para coronavírus no paísA farmacêutica vai testar a hidroxicloroquina...
21/03/2020

EMS e Einstein devem iniciar te**es de medicamento para coronavírus no país

A farmacêutica vai testar a hidroxicloroquina, indicado para o tratamento de lúpus e malária

*VALOR

Por Ana Paula Machado, Valor — São Paulo

20/03/2020 14h56 Atualizado há 13 horas

A farmacêutica EMS, em conjunto com o Hospital Albert Einstein e outras instituições de saúde, deve iniciar os estudos clínicos para ver a eficácia do medicamento hidroxicloroquina, no tratamento da covid-19. A farmacêutica produz esse remédio no país e é indicado para o tratamento de lúpus e malária.

O início dos te**es depende da permissão da Comissão Nacional de Ética e Pesquisa (Conep), órgão ligado ao Conselho Nacional de Saúde. A expectativa é que a autorização ocorra em até 30 dias.

“Pelo estudo francês, há indícios de que esse medicamento reduziu a carga viral nos pacientes em um tempo menor. Mas, temos que fazer te**es clínicos aqui para avaliar os efeitos na população brasileira. E isso, vamos fazer em conjunto com o Hospital Albert Eistein e outras instituições determinadas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Estamos no processo final para definir o protocolo dos estudos. A expectativa é que os estudos se iniciem em 30 dias”, disse Roberto Amazonas, diretor médico- científico da EMS.

“Esse medicamento já há no mercado, começamos a produção em 2018 e, diante da alta da demanda esperada, vamos aumentar a nossa produção para atender á população”, afirmou Amazonas. O medicamento, ressaltou o executivo, não tem a venda livre nas farmácias e necessita de uma prescrição médica para ser comprado. “É importante que se diga que os médicos são os únicos profissionais habilitados a prescreverem o uso adequado da medicação, seguindo os protocolos de medicina e direcionando o produto a quem mais precisa dele neste momento.”

Amazonas afirmou, ainda, que a EMS já aumentou o pedido de princípios ativos junto ao fornecedor indiano. “A estimativa é acelerar a produção desse medicamento e, até final deste mês, fabricar 47 mil unidades.”

O diretor-superintendente de pesquisa da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, Luiz Vicente Rizzo, disse que o protocolo para os estudos clínicos começou a ser preparado esta semana. “Como a Conep tem avaliado estudos desse tipo mais rapidamente, acreditamos que possamos iniciar o trabalho em breve. Mas, não sabemos ainda quando. Não podemos fazer isso a toque de caixa porque pode acabar mal. Vamos fazer a ciência séria que o momento exige”, disse Rizzo.

Segundo ele, os resultados dos te**es clínicos com a hidroxicloroquina para o tratamento da covid-19 que já existem pelo mundo são animadores, mas foram feitos em uma base pequena e a eficácia pode ter sido alcançada por “anomalias estatísticas”.

“Os estudos foram feitos em pacientes graves. Não há comprovação científica de que o medicamento pode ser usado como profilaxia. E, ainda está cedo para dizer que vai funcionar para qualquer uma das indicações. Por isso, essa corrida às farmácias para a compra desse remédio pode colocar em risco a vida do comprador e daqueles que realmente fazem uso desse medicamento no tratamento de outras doenças”, afirmou Rizzo, sem informar quantos pacientes deverão fazer parte da pesquisa clínica.

A repercussão desse tratamento ganhou força logo depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu agilidade ao FDA, o órgão fiscalizador e de vigilância sanitária, na liberação da indicação do medicamento para o novo coronavírus. Trump tem como base um estudo feito na França em que o remédio foi testado em 24 pacientes e, nesta amostra, teve bons resultados de eficácia.

Amazonas, da EMS, disse que paralelamente ao estudo clínico, a farmacêutica vai protocolar junto à Anvisa o pedido de inclusão para o tratamento da covid-19 no registro desse medicamento.

“É importante que se diga que os médicos são os únicos profissionais habilitados a prescreverem o uso adequado da medicação, seguindo os protocolos de medicina e direcionando o produto a quem mais precisa dele neste momento.” O executivo afirmou, ainda, que a EMS já aumentou o pedido de princípios ativos junto ao fornecedor indiano. “A estimativa é acelerar a produção desse medicamento e até final deste mês fabricar 46 mil unidades.”

Além da EMS, a francesa Sanofi também produz esse medicamento. A empresa informou, por meio de nota, que, também realiza estudos para investigar a eficácia de alguns medicamentos do seu portfólio, como o Kevzara e Cloroquina. E que eles podem ser um tratamento eficaz para a doença covid-19.

“Dada a situação em rápida evolução em torno do novo coronavírus, estamos trabalhando para promover o conhecimento na avaliação de como o Kevzara pode ser uma opção de tratamento potencial para alguns pacientes. O desenvolvimento de qualquer teste será realizado em conjunto entre a Sanofi, em âmbito internacional, e a Regeneron, no mercado americano. A Sanofi disponibilizará o Kevzara em colaboração com parceiros externos interessados (como Barda, Departamento de Defesa dos EUA) e está avaliando a melhor maneira de alavancar essas parcerias”, informou a farmacêutica.

A Anvisa, no entanto, publicou uma nota técnica em que adverte para o uso da hidroxicloroquina e cloroquina para o tratamento do novo coronavírus. “Apesar de promissores, não existem estudos conclusivos que comprovam o uso desses medicamentos para o tratamento da covid-19. Portanto, não há recomendação da Anvisa, no momento, para a sua utilização em pacientes infectados ou mesmo como forma de prevenção à contaminação pelo novo coronavírus. E a automedicação pode representar um grave risco à sua saúde”, informou a agência. A Anvisa esclarece que esses medicamentos são registrados para o tratamento da artrite, lúpus eritematoso, doenças fotossensíveis e malária.

A farmacêutica e gerente de pesquisa e desenvolvimento da rede de farmácias de manipulação Fórmula, Fernanda Magalhães Borges, também ressaltou a falta de estudos mais robustos que comprovam a real eficácia do medicamento para a covid-19. Segundo ela, são necessários mais te**es que informem as reações adversas no uso do remédio para este tratamento.

“Todos os medicamentos testados precisam de mais estudos clínicos e não devem ser feitos com a participação de poucos pacientes. A toxicidade precisa ser avaliada com cuidado. A sociedade precisa ter calma porque a aflição gera pânico e com isso falta de um raciocínio lógico. O que pode gerar consequências irreversíveis aos pacientes. Mesmo para os tratamentos já permitidos, a questão da toxicidade desse remédio é real e constantemente monitorada”, afirmou a farmacêutica.
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A farmacêutica vai testar a hidroxicloroquina, indicado para o tratamento de lúpus e malária*VALORPor Ana Paula Machado, Valor — São Paulo20/03/2020 14h56  Atualizado

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