19/10/2026
‼️🚨Este Reel contém muita ironia!!
Agora, vamos falar sério!! Nai é a aparência de uma manobra que define sua qualidade, mas a justificativa clínica, a adequação à criança, a segurança e os resultados que se pretende alcançar. Afinal, a criança não está ali para provar a habilidade do terapeuta. É o terapeuta que precisa demonstrar que sabe por que, para que e como está intervindo.
Parece que vale tudo pra se destacar nas redes sociais. Mas não é bem assim, ou não deveria ser!!
Atualmente, parece que além de avaliar, raciocinar clinicamente e compreender o neurodesenvolvimento, também precisamos dominar habilidades circenses 🎭
Mas, afinal, desde quando o grau de dificuldade de uma manobra é sinônimo de qualidade terapêutica?
Desde quando precisamos impressionar uma plateia?
A verdade é que na fisioterapia pediátrica, não precisamos de malabarismos para demonstrar competência. Precisamos de avaliação criteriosa, conhecimento da fisiologia, compreensão da biomecânica, respeito ao neurodesenvolvimento e raciocínio clínico.
Cada bebê e cada criança têm uma história, necessidades específicas e possibilidades que precisam ser compreendidas. É a partir dessa compreensão que escolhemos os objetivos, os recursos terapêuticos e o manuseio mais adequado — sempre considerando a segurança e a relação entre riscos e benefícios.
Não se trata de fazer mais difícil. Não se trata de ser mais impressionante.
E muito menos de transformar o corpo de uma criança em demonstração de habilidade técnica.
🎯 Fisioterapia não é espetáculo. É ciência, avaliação, raciocínio clínico e responsabilidade.
E, sim, na nossa fisioterapia a gente brinca!! Mas, fisioterapia não é brincadeira, ainda que a gente faça brincando. Não podemos confundir ludicidade com acrobacia, nem espetáculo com fisioterapia 💚
📬 Ah!! Se você se divertiu com esse Reel ou gostou da nossa reflexão… Já sabe, né?! Curte, compartilha e salva pra se divertir novamente 😉🤭🤗