ABU - Associação dos Bananicultores do Ubatumirim

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  da   na V Festa da Juçara no Sertão do Ubatumirim 💚🌴 @ ABU - Associação dos Bananicultores do Ubatumirim
07/06/2019

da na V Festa da Juçara no Sertão do Ubatumirim 💚🌴 @ ABU - Associação dos Bananicultores do Ubatumirim

  da primeira vez dessa lindeza do   na nossa V Festa da Juçara no Sertão do Ubatumirim. Sucesso por Duda Ohoe e Luiz Fe...
07/06/2019

da primeira vez dessa lindeza do na nossa V Festa da Juçara no Sertão do Ubatumirim. Sucesso por Duda Ohoe e Luiz Felipe 💚🌴 @ ABU - Associação dos Bananicultores do Ubatumirim

Vem aí a V Festa da Juçara! De 24 a 26 de maio!! 💚🌴
14/05/2019

Vem aí a V Festa da Juçara! De 24 a 26 de maio!! 💚🌴

A festividade acontece de 24 a 26 de maio no Sertão do Ubatumirim, com entrada gratuita.

Coleta de fruto de juçara! 🌴 Fiquem ligados na Festa da Jussara que acontecerá nos dias 24, 25 e 26 de maio!!           ...
26/03/2019

Coleta de fruto de juçara! 🌴 Fiquem ligados na Festa da Jussara que acontecerá nos dias 24, 25 e 26 de maio!!
@ Ubatumirim

Programa garante alimentos regionais de qualidade na merenda escolar do Litoral NorteSuco de juçara, cambuci, jambo, nho...
26/01/2019

Programa garante alimentos regionais de qualidade na merenda escolar do Litoral Norte

Suco de juçara, cambuci, jambo, nhoque de inhame, palmito pupunha in natura e outras delícias da Mata Atlântica que antes ficavam restritas ao universo gastronômico de cidades turísticas do Litoral Norte, como Ubatuba, hoje fazem parte da merenda escolar do município. A oferta de produtos regionais como esses para cerca de 1.800 crianças deve-se a uma verba do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) repassada anualmente aos estados e municípios para garantir o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

A legislação determina que pelo menos 30% dos produtos consumidos na rede púbica de ensino sejam oriundos da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural. Embora a agricultura familiar seja responsável por 70% dos alimentos consumidos no dia a dia da população brasileira, a atividade desse segmento da população enfrenta diversos entraves para o seu desenvolvimento e a comercialização de seus produtos.

Por isso, o PNAE e o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), ambos do Governo Federal e destinados ao fomento da agricultura familiar são tão importantes. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), os dois programas combinados constituem uma das maiores iniciativas de compra institucional de alimentos do mundo. Além de garantirem renda para os agricultores, funcionam como redes de proteção social, pois melhoram a segurança alimentar e nutricional, garantindo o acesso a alimentos saudáveis para grupos sociais vulneráveis, como crianças em idade escolar.

Ao estabelecer uma ordem de prioridade de compra, a Resolução/CD/FNDE/26, que dispões sobre o PNAE, privilegia os produtores locais (com sede nos municípios das escolas) e grupos sociais de maior vulnerabilidade, dando prioridade para fornecedores de assentamentos de reforma agrária, comunidades tradicionais indígenas e quilombolas.

Ubatuba
Em 2015, o município de Ubatuba recebeu R$ 1,5 milhão do FNDE, 80% desse montante foram repassados para a agricultura familiar, sendo 12% para a produção local, segundo Atarcizo Tadeu Astolfi Mendes, presidente do Conselho de Alimentação Escolar (CAE), órgão fiscalizador do PNAE.

Para o secretário da Educação de Ubatuba, Rafael Gustavo de Souza, a verba do FNDE gera “um círculo virtuoso tendo em vista que a compra da agricultura familiar permite a criação de mais empregos, ajuda as escolas a terem um alimento de maior qualidade e promove uma dinâmica na economia, favorecendo aquele segmento que efetivamente mais precisam, os pequenos agricultores”.

Atualmente, a alimentação escolar é a maior fonte de renda dos agricultores familiares do município e estima-se que pelo menos 40% da produção local são destinados ao PNAE. A polpa de juçara, por exemplo, um produto de destaque da região, de origem agroecológica e com alto poder nutritivo. A demanda aos produtores este ano, por meio de chamada pública, deve ser de cinco toneladas, sendo que a produção anual da região estimada para 2016 é de oito toneladas.

Romão Matheus, produtor e presidente da Associação de Bananicultores do Ubatumirim (ABU), região responsável por 90% da produção de banana do município, confirma essa visão. “Antes, o pessoal vendia as terras e ia para a cidade, mas, com esse incentivo, o pessoal está querendo plantar, pois está compensando. Antes não dava nada, agora dá boa renda”, conta. Segundo Romão, esse incentivo está contribuindo para um retorno dos trabalhadores que tinham largado seus bananais em busca de empregos na cidade, em geral na construção civil.

‘Um círculo virtuoso tendo em vista que a compra da agricultura familiar permite a criação de mais empregos, ajuda as escolas a terem um alimento de maior qualidade’

Desde 2013, quando a Secretaria triplicou a compra local em relação ao ano anterior, a juventude vem se engajando mais com o plantio. Os números confirmam esta tendência. Em 2012, havia 22 produtores habilitados para fornecer produtos para a merenda escolar, em 2016 já são 44.

Suco de juçara, cambuci, jambo, nhoque de inhame, palmito pupunha in natura e outras delícias da Mata Atlântica que antes ficavam restritas ao universo gastronômico de cidades turísticas do Litoral…

"Nos dias 5 e 6 de maio (2014), a equipe da CAPINA esteve em Ubatuba junto aos agricultores do Sertão do Ubaturimim e ao...
26/01/2019

"Nos dias 5 e 6 de maio (2014), a equipe da CAPINA esteve em Ubatuba junto aos agricultores do Sertão do Ubaturimim e ao corpo técnico do IPEMA para dar sequência ao processo de atualização do Plano de Negócios da unidade de beneficiamento da comunidade, buscando aperfeiçoar os processos de produção e gestão da unidade.

A Associação de Bananicultores do Sertão do Ubatumirim – ABU, é referência local na produção de alimentos agroecológicos, tendo como destaque a produção de polpa de Juçara baseada no manejo sustentável da Palmeira Juçara (Euterpe Edulis), uma árvore nativa da Mata Atlântica. Sua unidade produtiva vem sendo desenvolvida e aperfeiçoada ao longo de anos com o trabalho coletivo entre o IPEMA e os agricultores através do Projeto Juçara.

A CAPINA trabalha em parceria neste processo há 3 anos, onde inicialmente fez o estudo de viabilidade econômica da unidade focado na produção da polpa de Juçara. A presente visita, teve como foco a atualização do Plano de Negócios da unidade, que é uma iniciativa com o intuito de promover e apoiar a comunidade para a gestão e organização de sua produção, incluindo outros produtos além da juçara, visando uma maior consistência na utilização da unidade ao longo do ano.

Apoiados em nossa metodologia, buscamos usar os números para ampliar a reflexão sobre o funcionamento e a gestão da unidade, afim de contribuir para uma melhora nos processos aplicados. Nesse sentido, foi feito junto aos agricultores, o mapeamento da produção e um breve estudo de viabilidade econômica da unidade, considerando outros produtos, para uma melhor visualização da cadeia produtiva e seus consequentes desafios.

Vale salientar que a iniciativa da comunidade está inserida no âmbito da Rede Juçara. A rede é uma articulação de organizações e produtores que trabalham com o uso sustentável da Palmeira Juçara nos estados do RS, SC, SP e RJ. Seu principal foco é o desenvolvimento das cadeias produtivas da polpa dos frutos e das sementes, aliadas à conservação da espécie, tendo como principais protagonistas agricultores familiares e comunidades tradicionais da Mata Atlântica."

Nos dias 5 e 6 de maio, a equipe da CAPINA esteve em Ubatuba junto aos agricultores do Sertão do Ubaturimim e ao corpo técnico do IPEMA para dar sequência ao pr...

FONTE: CAT online Edição n.º 373 - 8 de maio 2015Ecoagriculturas: Ubatuba incentiva Agricultura Orgânica e comércio loca...
26/01/2019

FONTE: CAT online Edição n.º 373 - 8 de maio 2015

Ecoagriculturas: Ubatuba incentiva Agricultura Orgânica e comércio local da Agricultura Familiar

Ubatuba realizou em abril diversas atividades voltadas para o incentivo à agricultura orgânica e ao comércio local da agricultura familiar, trabalhos desenvolvidos no conceito de Ecoagriculturas, associando a gestão de paisagens para a produção de alimentos e a geração de serviços ecossistêmicos (benefícios que o homem obtém dos ecossistemas para seu bem-estar). Foram realizados cursos de capacitação em estratégias de comercialização e formas de certificação de produção orgânica. Nesse período, o município também recebeu a visita de horticultores de Paraibuna em unidade de referência no uso de caldas protetoras e outras práticas agroecológicas.

Estratégias de comercialização local

O curso de capacitação em comercialização foi ministrado pelo extensionista João Pacheco, da Casa da Agricultura de Duartina, pertencente à CATI Regional Bauru. “Com grande experiência no assunto, João pôde mostrar aos produtores vários exemplos que mostram que a comercialização é pelo menos metade do caminho para o sucesso do negócio”, relata o extensionista Antônio Marchiori, da Casa da Agricultura de Ubatuba, um dos organizadores do evento.

Os agricultores que participaram do curso são lideranças da Associação de Bananicultores do Ubatumirim. “Em 2006, esses produtores forneciam para a alimentação escolar apenas mandioca e banana produzidas em sistemas agroflorestais.

Com a evolução do processo, hoje são fornecidos mais de 40 itens por cerca de 70 famílias, sendo alguns produtos diferenciados, como as polpas de frutas de juçara e cambuci. O escoamento das polpas é fundamental para o sucesso do empreendimento, pois a armazenagem implica custos com energia que podem inviabilizar o negócio”, explica Marchiori, salientando que estratégias promocionais, ampliação dos canais de comercialização e consolidação de uma marca para os produtos foram alguns dos pontos abordados por João Pacheco no curso, bem como as vantagens que a diversificação (mix de produtos) pode proporcionar para a comercialização local.

Sistemas de Garantia de Origem para produtos orgânicos

O curso de certificação orgânica foi ministrado pelo extensionista Roberto Machado, diretor da CATI Regional Mogi Mirim, que, de acordo com Marchiori, é um dos pioneiros do desenvolvimento da agricultura orgânica em São Paulo. Nessa capacitação foram esclarecidas as dúvidas sobre os três modelos de garantia de origem para a produção orgânica no Brasil: Organismo de Controle Social, Sistema Participativo de Garantia da Produção Orgânica e Certificação por Auditoria. A certificação por auditoria implica custos que às vezes não podem ser absorvidos pelos agricultores familiares. O Organismo de Controle Social é uma forma participativa relativamente simples de iniciar o processo e pode ser feito por pequenos grupos informais de produtores. O Sistema Participativo de Garantia depende da existência de uma associação formal, que irá validar o processo. Esse sistema tem a vantagem de permitir o uso do selo orgânico nos produtos para a venda de terceiros, enquanto que o Organismo de Controle Social só permite a venda direta. “Os agricultores familiares do Sertão do Ubatumirim já têm um pequeno grupo – “Orgânicos do Ubatumirim” que possui o certificado do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O interesse agora é viabilizar a participação em um Sistema Participativo de Garantia, que permita o uso do selo para o escoamento dos produtos”, explica Marchiori, enfatizando que um dos grandes méritos das capacitações foi mostrar que os sistemas participativos de garantia da produção orgânica são mais que a obtenção de um selo. “Eles podem ajudar a promover o intercâmbio entre os produtores, estimulando a troca de experiências e promovendo a união de esforços na busca de objetivos comuns”.

O presidente da Associação de Bananicultores, Romão Mateus, avaliou as capacitações como muito positivas. “Elas nos mostraram novos caminhos para fortalecer a Associação”, afirmou ele, dizendo que um dos desdobramentos das capacitações será uma visita a produtores que já fazem o Sistema Participativo de Garantia.

Horticultores de Paraibuna estiveram, no final de abril, em Ubatuba para conhecer a unidade de referência que recebe acompanhamento da CATI e da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta) para adoção de práticas agroecológicas. “Os produtores ficaram muito bem impressionados com o vigor que as plantas apresentavam sem precisar de uma única gota de veneno. O extensionista José Carlos dos Santos, aqui da Casa da Agricultura, esclareceu sobre a preparação das caldas protetoras por meio de uma oficina prática de produção da calda sulfocálcica e do biofertilizante Agrobio (desenvolvido pela Pesagro – Instituto de Pesquisa do Rio de Janeiro). Ao final da atividade, os produtores receberam uma pequena cartilha com detalhes sobre o preparo e uso das caldas.

Produtores de Paraibuna conheceram práticas agroecológicas em Ubatuba

Os produtores também conheceram estratégias para diversificar a produção e para viabilizar o cultivo protegido com baixo custo, fazendo o uso de estruturas de bambu, do projeto conhecido como Estufa Ubatubana. Os produtores voltaram animados em experimentar as práticas agroecológicas em suas propriedades, pois além de evitar o uso de produtos tóxicos viram que é possível reduzir os custos de produção.

Interessados em fazer visitas à unidade de referência de práticas agroecológicas da CATI em Ubatuba podem entrar em contato via e-mail: [email protected].

A carinha da nossa sede em ubatumirim... Quer vir nos visitar? Entre em contato para agendar uma visita 🏠🍌🌴             ...
25/01/2019

A carinha da nossa sede em ubatumirim... Quer vir nos visitar? Entre em contato para agendar uma visita 🏠🍌🌴
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A Juçara (Euterpe edulids) em tupi: yu'sara, é uma palmeira nativa da Mata Atlântica, que está ameaçada de extinção. O m...
23/01/2019

A Juçara (Euterpe edulids) em tupi: yu'sara, é uma palmeira nativa da Mata Atlântica, que está ameaçada de extinção. O manejo através da utilização dos seus frutos no lugar da exploração do palmito mantém as árvores vivas e difundindo sementes e mudas da espécie ainda por vários anos, cumprindo seu papel na floresta e mantendo este recurso genético e natural tão valioso. 🌴
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