03/05/2026
Quando digo que não trabalho redes sociais, não é porque ache que “não funcionam”.
É pela natureza do meu trabalho e do tipo de valor que quero ajudar a criar.
As redes pedem mais do que copy: presença, interação, resposta rápida, trends, coordenação de design e vídeo. Quando alguém contrata “gestão de redes”, está a pedir um pacote que vai muito além da escrita. O meu trabalho é outro.
Como copywriter de estratégia e mensagem de marca, foco-me na forma como a marca se apresenta, na clareza da proposta de valor, nas páginas que sustentam o negócio, nas sequências de email que criam relação, nos conteúdos de fundo que ajudam a decidir.
O texto de um post é, muitas vezes, só a ponta de um sistema que nem sempre existe: sem um site, sem uma base de contactos, sem um caminho entre “vi-te nas redes” e “quero trabalhar contigo”.
Fazer apenas copy para redes, sem essa base, é f**ar pela superfície. O negócio continua preso ao ciclo de publicar → gerar atenção → receber pedidos → recomeçar.
Funciona, mas não acumula valor nem cria autonomia. Basta abrandar o ritmo de publicações e o fluxo de clientes também abranda.
Eu escolho trabalhar conteúdos duráveis: páginas de site, sequências de email, newsletters, artigos, guias — peças que podem ser encontradas meses depois, nutrir e ser reutilizadas.
Há também uma questão de coerência: ajudo marcas conscientes a deixarem de depender das redes. Se me posicionasse como gestora de redes, estaria a recentrar a estratégia no canal de que quero que dependam menos.
Muitas vezes, o que falta às marcas pessoais não é “mais posts bem escritos”, é uma base mínima: uma página clara, uma forma de recolher contactos, um sistema de emails que nutra a relação.
O meu lugar não é dentro de uma app; é ao teu lado, na base, a construir os conteúdos que dão suporte ao negócio a longo prazo.
Se é esse tipo de apoio que procuras, estou disponível para te receber numa Sessão de Alinhamento de Comunicação.